- Em Lisboa, o motorista da Carris Metropolitana Frederico, de 36 anos, ficou em prisão preventiva suspeito de assassinar uma colega por motivos passionais.
- O crime ocorreu na madrugada de 2 de fevereiro, quando Edite terminara recentemente o relacionamento; o suspeito emboscou-a no parque de estacionamento junto à sua casa, na Avenida de Ceuta, e abriu fogo, acertando-a quatro vezes.
- O corpo foi encontrado às 4h30 por um vizinho; o agressor já tinha fugido e descartou a arma no caminho para o sul do país.
- A Polícia Judiciária (PJ) conseguiu-o contactar e ele entregou-se na PJ de Faro.
- Nesta quarta-feira, o suspeito foi apresentado a primeiro interrogatório judicial e permaneceu em prisão preventiva.
O motorista da Carris Metropolitana foi colocado em prisão preventiva por alegado homicídio de uma colega, em Lisboa. Frederico, de 36 anos, terá atacado Edite durante a madrugada de 2 de fevereiro, já após um relacionamento que não resultou. O crime ocorreu no parque de estacionamento junto à casa de Edite, na Avenida de Ceuta.
O corpo de Edite foi encontrado por um morador às 4h30. A vítima apresentava quatro ferimentos de arma de fogo, dois deles na cabeça. A PJ indicou que o suspeito iniciou a fuga para o sul do país, deslocando-se de Lisboa. Durante o percurso, terá descartado a arma.
Frederico entregou-se à Polícia Judiciária no Algarve, após uma tentativa de fuga para o Algarve. Esta quarta-feira foi submetido a primeiro interrogatório judicial e permanece em prisão preventiva, conforme decisão tomada na mesma data.
Detenção e instrução
A investigação avança para confirmar as circunstâncias do homicídio e eventual envolvimento de outras pessoas no episódio. As autoridades não divulgaram mais detalhes sobre a motivação alegada nem sobre a eventual existência de cúmplices.
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