- Israel ataca a Faixa de Gaza e confirma a morte de quatro crianças, incluindo um bebé de cinco meses; entre as vítimas está também um médico que socorria feridos em Khan Younis, com Telavive a dizer que houve retaliação a ataques do Hamas contra soldados.
- O número de palestinianos mortos em Gaza desde o início do cessar-fogo, a 10 de outubro do ano passado, subiu para 529; pelo menos 21 pessoas foram mortas nos últimos ataques.
- As forças israelitas destruíram várias tendas no campo de refugiados de Al-Masawi; não foram avançados números oficiais de vítimas nessa área.
- A operação acontece três dias após a reabertura da passagem de Rafah, no sul, para ajuda humanitária; estimativas apontam para mais de dois milhões de habitantes em condições extremas e, segundo a UNICEF, todos os dias morre um menor de idade desde o início do cessar-fogo.
- A segunda fase do cessar-fogo prevê o desarmamento do Hamas e a reconstrução da Faixa de Gaza; a origem do conflito remonta ao ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que deixou cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.
Israel atacou a Faixa de Gaza, matando quatro crianças, incluindo um bebé de cinco meses, segundo autoridades de saúde palestinianas. Telavive justifica a operação como retaliação aos ataques do Hamas contra soldados israelitas.
No total, subiu para 529 o número de palestinianos mortos desde o início da última suspensão do fogo, em 10 de outubro. O Hamas é apontado por Israel como responsável pelos disparos que feriram gravemente um soldado.
Entre as vítimas está também um médico que socorria feridos em Khan Younis, no sul do território. Os ataques destruíram várias tendas no campo de refugiados de Al-Masawi, sem que haja números oficiais de vítimas adicionais.
A operação ocorre três dias após a reabertura da passagem de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, para a passagem de ajuda humanitária. Estima-se que mais de dois milhões de pessoas vivam na região em condições extremas.
Segundo a UNICEF, diariamente morre uma criança desde o reinício do cessar-fogo entre Israel e o Hamas. O cessar-fogo vigente desde 10 de outubro visa desarmar o Hamas e permitir a reconstrução da região.
Origens do conflito remontam ao ataque do Hamas a território israelita, a 7 de outubro de 2023. O balanço aponta para cerca de 1200 mortos e 251 reféns. As informações oficiais continuam a ser atualizadas pelas partes envolvidas.
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