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Investigadora portuguesa revela como sistema imunitário identifica células tumorais

Estudo internacional liderado por investigadora da Universidade Nova mostra como o sistema imunitário identifica células tumorais pelos açúcares da superfície, abrindo caminho para deteção precoce

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  • Um estudo internacional liderado por uma investigadora da Universidade Nova revelou como o sistema imunitário reconhece alterações nos açúcares de células tumorais.
  • O trabalho, divulgado a 4 de fevereiro pelo Dia Mundial do Combate ao Cancro, envolveu cientistas de Portugal, Espanha, Dinamarca, Países Baixos e Suécia.
  • A proteína MGL, crucial no reconhecimento imunitário, reage consoante a organização: isolada liga-se a certos açúcares, mas na célula consegue detetar vários tipos, atuando como detetor universal de células tumorais.
  • A investigação usa abordagens químicas, estruturais e celulares para mostrar que a organização da proteína e a apresentação dos açúcares na superfície determinam o reconhecimento imunitário.
  • Os resultados abrem perspetivas para a deteção precoce do cancro e para o desenvolvimento de terapias que reforcem a resposta imunitária e a entrega dirigida de medicamentos a células tumorais, segundo a investigadora Filipa Marcelo.

A investigação internacional liderada por uma pesquisadora da Universidade Nova revelou como o sistema imunitário reconhece alterações nos açúcares de células tumorais. O estudo foi anunciado pela instituição a 4 de fevereiro, Dia Mundial do Cancro.

Sinaliza novos caminhos para a deteção precoce da doença e para terapias mais precisas que reforçam a resposta imunitária. Participaram investigadores de Portugal, Espanha, Dinamarca, Países Baixos e Suécia.

A proteína MGL desempenha um papel central no reconhecimento. Em isolamento liga-se a um tipo de açúcar, mas na célula consegue identificar vários açúcares, atuando como detector universal de células tumorais.

O trabalho combina abordagens químicas, estruturais e celulares para analisar a interação entre MGL e glicanos tumorais. A organização da proteína e a apresentação dos açúcares na superfície são cruciais.

Filipa Marcelo, investigadora da Nova, destaca que o recetor organizacional afeta o reconhecimento imunitário. A descoberta pode orientar o desenho de moléculas para modular a resposta imunitária e repassar fármacos às células tumorais.

Implicações de deteção e terapias direcionadas

Os autores apontam potencial para melhorias na deteção precoce do cancro. A pesquisa abre perspetivas para o desenvolvimento de terapias mais específicas que atuem nas células tumorais.

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