- Quarenta por cento dos cancros podem ser evitados, de acordo com um estudo.
- Cientistas desenvolveram um novo medicamento que impede o crescimento do cancro sem prejudicar as células saudáveis; os testes em animais foram promissores e já se iniciou a primeira fase de ensaios em humanos.
- A OMS alerta que o consumo de álcool é uma das principais causas de cancro na Europa.
- Quase metade das mortes por cancro podem ser evitadas nos Estados Unidos, com base numa investigação que relaciona fatores evitáveis.
- A inteligência artificial está a ajudar a identificar cancro, com uma equipa do Instituto Curie de Paris a conseguir detetar a doença em pacientes.
Um estudo internacional aponta que quase 40% dos cancros são evitáveis, indicando que mudanças no estilo de vida e na prevenção podem reduzir o impacto da doença. Os investigadores destacam fatores como álcool, tabaco e dieta.
Cientistas desenvolveram um novo medicamento que impede o crescimento do cancro sem danificar células saudáveis. Os primeiros testes em animais mostraram resultados promissores, seguidos de abertura de ensaios clínicos em humanos.
A Organização Mundial da Saúde alerta para o papel do álcool na incidência de cancro na Europa, sublinhando a necessidade de políticas de prevenção e campanhas de saúde pública.
Progresso em diagnóstico e tratamento
Cientistas britânicos trabalham numa utilização de inteligencia artificial para acelerar a identificação de casos de cancro, permitindo intervenções mais rápidas. Novos testes de saliva surgem como alternativa a análises sanguíneas.
Financiamento e impacto económico
Os Estados Unidos lideram o gasto em investigação do cancro, com europeus a somar milhares de milhões de euros. A investigação transatlântica continua a avançar, visando melhorar a deteção e os tratamentos.
Inovações e sinais de esperança
Diamantes usados em sensores prometem ajudar a detectar se o cancro se espalhou para os gânglios linfáticos. Pesquisas recentes também exploram a ligação entre bactérias da boca e alguns tumores.
Prevenção e riscos
Estudos indicam que vírus como o Epstein-Barr elevam o risco de certos cancros. Além disso, há atenção aos efeitos de toxinas na infância e aos factores que explicam variações regionais na supervivência.
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