- Energia e comunicações unem-se para defender o trabalho realizado na recuperação, após críticas da Presidente da República ao sector das comunicações.
- A situação envolve milhares de clientes sem serviços devido à tempestade Kristin.
- José Ferrari Careto, presidente da E-Redes (pertence à EDP), visitou zonas afetadas para mostrar a complexidade da reposição de energia.
- O cenário elétrico continua marcado por torres caídas e ligações inutilizadas, o que complica a recuperação.
- Careto disse que espera, sem garantias, que todos tenham energia no fim do mês.
A energia e as comunicações uniram-se para mostrar as dificuldades na reposição de energia após a passagem da tempestade Kristin. O objetivo é explicar a complexidade do processo e as perspetivas das empresas envolvidas. Ainda há milhares de clientes sem serviço em várias zonas.
Na visita a áreas afetadas, o presidente da E-Redes, José Ferrari Careto, vincou que a reconstrução da rede elétrica é complexa, com torres derrubadas e ligações danificadas. A empresa, que pertence à EDP e é responsável pela distribuição de energia, trabalha para restabelecer o fornecimento, ainda sem garantias de conclusão este mês.
A intervenção público-empresarial surge uma semana depois de críticas do Presidente da República ao setor das comunicações, que também tem registado repercussões entre os consumidores. A atuação conjunta visa esclarecer as dificuldades operacionais enfrentadas durante a recuperação.
Contexto e perspetivas
As dificuldades na reposição de energia concentram-se nas zonas mais afetadas, onde ainda há interrupções no fornecimento. As autoridades e as operadoras pretendem manter o foco na normalização gradual dos serviços, apesar de obstáculos logísticos e estruturais.
Entre na conversa da comunidade