- Edite foi assassinada com seis tiros na madrugada de segunda-feira, 2 de fevereiro, à porta da casa onde vivia com os filhos menores, na Avenida de Ceuta, em Lisboa, horas depois de ter sido pedida em namoro pelo novo namorado, Diogo.
- O ex-companheiro, descrito como possessivo e incapaz de aceitar o fim da relação, seguia-a e terá aguardado-a num descampado, efetuando dois disparos iniciais e quatro depois de a imobilizar.
- Diogo contou, em declarações à TVI, que Edite vivia aterrorizada por perseguições, ameaças e controlo, incluindo sabotagem do carro e mensagens insistentes.
- Após o homicídio, o suspeito, motorista da Carris de 36 anos, fugiu para o Algarve e foi detido pela Polícia Judiciária com apoio de informações fornecidas por uma colega da vítima; terá confessado o crime.
- Edite deixa dois filhos menores; o suspeito enfrenta a possibilidade de uma condenação até 25 anos de prisão por homicídio qualificado em contexto de violência doméstica.
Edite foi assassinada na madrugada de segunda-feira, 2 de fevereiro, à porta da casa onde vivia com os seus filhos, na Avenida de Ceuta, em Lisboa. Foram seis disparos, quando se preparava para ir trabalhar. O ex-companheiro era descrito como possessivo e controlador.
O novo namorado da vítima contou à TVI que Edite vivia com medo: perseguições, ameaças, controlo, sabotagem do veículo e mensagens insistentes. O crime ocorreu poucas horas depois de Edite ter aceitado o pedido de namoro.
O suspeito, um homem de 36 anos que também era motorista da Carris, fugiu para o Algarve após o homicídio. Foi detido pela Polícia Judiciária com colaboração de uma colega de Edite e terá confessado o crime. Edite deixa dois filhos menores.
Detenção e enquadramento legal
A polícia identificou o crime como homicídio qualificado em contexto de violência doméstica. O arguido permanece sujeito a eventual pena máxima de 25 anos de prisão, caso seja condenado em tribunal. A investigação segue para apurar detalhes do caso.
Impacto na família e comunidade
Família e amigos manifestam choque face à violência vivida pela vítima. A investigação continua a recolher depoimentos e evidências para esclarecer as circunstâncias do crime e a atuação do ex-companheiro.
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