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Doze acusados em Israel por tráfico de bens proibidos para Gaza

Doze arguidos, entre reservistas, acusados de contrabando de bens proibidos para a Faixa de Gaza desde o verão, com lucros significativos para o Hamas

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  • Doze pessoas, entre as quais militares, foram acusadas em Israel de integrarem um grupo de contrabando que traficava bens proibidos para a Faixa de Gaza, anunciou o Ministério Público.
  • As acusações foram apresentadas no Tribunal Distrital de Beersheba, com outras a serem apresentadas nos próximos dias.
  • O grupo é acusado de evasão fiscal, recebimento ou oferta de suborno, contrabando para fins terroristas e auxílio ao inimigo, envolvendo mercadorias proibidas desde o verão passado.
  • Alguns arguidos, entre 30 e 55 anos, incluem reservistas do exército; havia ainda um irmão do chefe do Shin Bet sob investigação, sem confirmação de ligação direta à liderança.
  • Entre os itens contrabandeados estavam drones, phones, baterias e tabaco, com alegações de lucros significativos para o Hamas desde o início da guerra.

Doze indivíduos, entre eles reservistas, foram acusados em Israel de integrarem uma rede de contrabando que trafica bens proibidos para a Faixa de Gaza. As acusações foram anunciadas hoje pelo Ministério Público, no Tribunal Distrital de Beersheba, no sul do país.

Segundo o comunicado, o grupo atuaria desde o verão de 2025, acompanhando o bloqueio de entrada de mercadorias na Gaza. Em causa estão evasão fiscal, recibo ou oferta de suborno, contrabando para fins terroristas e auxílio ao inimigo.

Os arguidos, com idades entre 30 e 55 anos, são acusados de lucrar com a passagem de mercadorias para Gaza, incluindo drones, telefones, baterias e pesticidas, descobertas num camião detido pelos militares.

Investigação e acusações

A acusação descreve que o grupo explorou brechas fronteiriças, simulando militares e pagando subornos a elementos do exército. O caso envolve ainda o tráfico de tabaco, considerado fonte de rendimentos para o Hamas desde o início da guerra.

Além dos 12 acusados, está a ser investigado o irmão de David Zini, chefe do Shin Bet, Benzalel Zini, por suspeita de suborno relacionado com autorizações de passagem de caravanas para Gaza e transporte de cigarros.

O porta-voz do Ministério Público confirmou que o chefe do Shin Bet não está sob investigação, apesar de contornar-se a participação de familiares no caso. O Ministério pediu ao tribunal o confisco de bens dos arguidos.

Desdobramentos

As autoridades indicam que novas acusações devem avançar nos próximos dias. A investigação é conduzida pela polícia israelita em conjunto com o Shin Bet, com foco na rede de contrabando e nas suas operações logísticas.

O Ministério Público aponta que alguns acusados tinham ligações com o exército e que atuaram em conjunto para permitir a entrada de mercadorias proibidas em Gaza, sob o pretexto de socorrer a população.

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