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Documentos indicam que Epstein planeou engravidar mulheres para criar super-raça

Documentos revelam plano de Epstein de usar o próprio esperma para engravidar 20 mulheres e criar uma super-raça com genes superiores, discutido com empresários

Jeffrey Epstein
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  • Documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, numa tranche recente, sugerem que Jeffrey Epstein planeava engravidar 20 mulheres com o objetivo de criar uma “super raça” com “genes superiores”, usando inteligência artificial e engenharia genética.
  • A ideia terá sido discutida com grandes empresários e cientistas desde pelo menos os anos 2000, e o plano seria executado numa propriedade no Novo México, nos Estados Unidos.
  • Um diário de uma adolescente, citado nesta documentação, descreve a gravidez associada a Epstein e a presença de Ghislaine Maxwell no parto, bem como referências a um suposto “fundo genético superior” e a dúvidas sobre a identidade racial.
  • Um e-mail divulgado, alegadamente enviado por Sarah Ferguson, congratula Epstein pelo nascimento de um menino, sugerindo que, na altura, ele poderia já não estar em contacto com a remetente.
  • A vítima Virginia Giuffre afirmou que Maxwell e Epstein tentaram convencê-la a ter um filho do financeiro; Giuffre descreveu preocupações sobre o plano no seu livro póstumo Nobody’s Girl.

Jeffrey Epstein planejava engravidar 20 mulheres com o objetivo de criar uma “super-raça” com “genes superiores”, segundo documentos revelados numa nova tranche do caso. A ideia envolvia usar o próprio esperma, misturada com IA e engenharia genética, conforme relatado por o Guardian, citado pelo Mirror.

Os planos teriam sido discutidos vários anos antes da condenação de Epstein por crimes sexuais contra menores, em 2008, e teriam sido falados com empresários de peso e com cientistas desde o início dos anos 2000. As informações emergem numa massiva fuga de documentos do Departamento de Justiça dos EUA.

Entre os materiais divulgados, figura uma passagem de um diário de uma adolescente que afirma ter tido um filho com Epstein por volta de 2002, com a presença de Ghislaine Maxwell no parto. O diário descreve a recém-nascida como retirada pouco depois do nascimento.

Outra passagem levanta preocupações sobre um alegado “fundo genético superior” ligado a Epstein. O texto cita comentários sobre música para justificar a ideia de criar descendentes considerados ideais, questionando a escolha do sexo e das características da criança.

Num e-mail divulgado nesta mesma entrega, uma pessoa que se identifica como Sarah Ferguson, ex-mulher do príncipe Andrew, felicita Epstein pelo nascimento de um “menino”. A mensagem sugere uma relação próxima entre Epstein e o casal real, sem confirmação de contacto recente.

A vítima Virginia Giuffre, que acusou o príncipe Andrew de assédio sexual na juventude, já associou Maxwell e Epstein a pressões para que Epstein tivesse um filho. Giuffre descreve sentimentos de apreensão quanto aos planos para a criança, sem entrar em detalhes.

As informações agora tornaram-se parte de uma documentação extensa, com milhões de registos. O conjunto de documentos foi libertado pelas autoridades norte-americanas na última semana, ampliando o foco das investigações sobre as ligações de Epstein a figuras públicas.

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