- Cerca de 40 palestinianos entraram em Gaza via Rafah e foram recebidos no Hospital Nasser.
- Chuva intensa e frio dificultam a vida de deslocados em tendas precárias em Gaza.
- Hamas confirmou a morte de Raed Saad, comandante da unidade de produção militar, num ataque israelita perto da cidade de Gaza.
- A agência humanitária da ONU pediu 28 mil milhões de euros para 2026, depois de cortes de pessoal em várias áreas de ajuda.
- Inundações nos campos de refugiados agravam a crise, com centenas de milhares de pessoas a sofrer falta de alimentos e ajuda.
Gaza regista regressos a Khan Younis após a reabertura de Rafah, com famílias recebidas no Hospital Nasser após a entrada de 40 palestinianos na faixa de Gaza. O regresso ocorre num momento de tensão humanitária crescente e de controlo de fronteiras.
Chuva e frio dificultam a vida de deslocados instalados em tendas precárias, aumentando o risco de doenças e agravando as condições de abrigo já frágeis. Milhares continuam sem acesso regular a serviços básicos.
O Hamas informou a morte de Raed Saad, comandante da unidade de produção militar, num ataque nas imediações da cidade de Gaza. O feito ocorre num contexto de intensificação das operações desde o início do cessar-fogo.
A ONU alertou para a necessidade de 28 mil milhões de euros para 2026, após cortes que afectaram milhares de postos em agências de migração e refugiados. A organização prevê impactos significativos na resposta humanitária.
Inundação de campos de refugiados intensifica a crise, com acampamentos improvisados a registar danos e famílias a perderem pertences. A situação aumenta a pressão sobre a rede de assistência.
Israel indicou intenção de suspender ajuda em Gaza enquanto aumenta a ofensiva, ao mesmo tempo que pediu aos palestinianos para evacuarem a cidade de Gaza. A Cruz Vermelha descreveu a evacuação como inviável.
A UNICEF descreve uma situação catastrófica entre crianças em Al Fasher, com cerca de 600.000 deslocados nos últimos meses, metade deles crianças, segundo dados da agência. A falta de alimento agrava a vulnerabilidade.
Numa escalada de tensão, a comunidade internacional critica o lançamento aéreo de ajuda, alegando riscos de segurança. Doadores continuam a enviar mercadorias, apesar das condições no terreno.
Parte relevante do cenário envolve um suposto cessar-fogo proposto por mediadores árabes, com o Hamas a confirmar uma resposta positiva e Israel ainda sem decisão final, num momento de grande insegurança.
Um navio com milhares de toneladas de ajuda aproxima-se de um porto israelita, numa rota antiga de entregas diretas a Gaza, tentando contornar bloqueios. Recentemente, a região recebeu grandes remessas através de estruturas associadas a organizações humanitárias.
Pelo menos 100 palestinianos morreram em ataques próximos a posições de distribuição de ajuda. O incidente ocorre poucos dias depois de visitas de funcionários norte-americanos às instalações da Fundação Humanitária de Gaza.
Multidões reuniram-se junto aos camiões de ajuda na área de Morag, evidenciando a procura por alimentos em meio à escassez G address. A população continua dependente de assistência externa.
Netanyahu convocou o gabinete de segurança para discutir planos de ocupação da Faixa de Gaza, num contexto de fome crescente e de dificuldades de acesso a ajuda. As autoridades planeiam ações de longo alcance, com impacto civil significativo.
A crise permanece marcada pela fome e pela dificuldade de distribuição de alimentos, mesmo com lançamentos aéreos de ajuda a zonas de acesso limitado. O cenário exige coordenação internacional contínua.
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