- O Ministério Público acusou quatro jovens de violação agravada de menor e de 27 crimes de pornografia de menores agravados, com os atos gravados e partilhados com terceiros.
- O encontro ocorreu numa quarta-feira de Fevereiro, às seis da tarde, numa avenida de Santo António dos Cavaleiros, em Loures, com Ana (nome fictício) a comparecer.
- Os quatro rapazes tinham entre 17 e 19 anos à época e eram amigos entre si.
- A violação gerou uma manifestação em frente ao Parlamento, com o lema “Violação Não se Filma, Condena-se”.
- O processo envolve gravações de atos sexuais e a distribuição de material entre terceiros.
O Ministério Público acusou quatro jovens de um crime de violação agravada de menor e de 27 crimes de pornografia de menores agravados. Segundo a acusação, atos sexuais teriam sido filmados e partilhados com terceiros.
A denúncia descreve que o encontro ocorreu numa quarta-feira de fevereiro, pelas seis da tarde, numa avenida de Santo António dos Cavaleiros, em Loures. Ana, nome fictício da vítima, compareceu ao encontro, esperando a reunião com os rapazes. Os arguídos tinham entre 17 e 19 anos.
De acordo com o MP, os jovens exercitaram atos sexuais com Ana contra a sua vontade, configurando violação agravada pela menor. Foram alegadamente gravadas cenas que depois foram difundidas entre terceiros.
Processo e acusações
A acusação descreve 27 crimes de pornografia de menores agravados, associando as imagens a terceiros. O caso ganhou destaque após uma manifestação em frente ao Parlamento, sob o lema Violação Não se Filma, Condena-se.
Entre os arguidos existem ligações de amizade, com historial de convívio entre eles. A investigação terá recolhido vestígios digitais e testemunhos que sustentam as alegações da vítima.
Os próximos passos processuais incluem a leitura das peças processuais e a eventual marcação de julgamento. As autoridades mantêm o enfoque na neutralidade e na verificação de todos os factos apresentados.
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