- O Centro Cultural Raiano celebrou o seu 29º aniversário a 2 de fevereiro, reforçando o papel no desenvolvimento cultural de Idanha-a-Nova e na distinção do concelho como Cidade Criativa da Música pela UNESCO.
- Parte das comemorações foi a apresentação do livro-disco “A Viola Beiroa: Tradição e Identidade da Beira Baixa”, que documenta a importância histórica e atual da viola-beiroa.
- Foi inaugurada a exposição “Requintinha”, com ilustração de Ivone Ralha, na Sala de Exposições 2 do centro.
- O Auditório recebeu o espetáculo “Violas EnCantadas & Convidados”, com gente ligada à música tradicional, incluindo as Adufeiras de Idanha-a-Nova e outros artistas.
- A presidente da Câmara, Elza Gonçalves, sublinhou que a data celebra as pessoas que dão alma ao espaço, defendendo um centro democrático, inclusivo e sem elites.
O Centro Cultural Raiano celebrou o seu 29º aniversário, no dia 2 de fevereiro, em Idanha-a-Nova. A data reforça o papel da instituição na estratégia cultural do município e na designação UNESCO de Cidade Criativa da Música.
A celebração contou com um conjunto de atividades dedicadas à viola beiroa, símbolo da região. Destaque para o lançamento do livro-disco A Viola Beiroa: Tradição e Identidade da Beira Baixa, com documentação da importância histórica do instrumento.
Foram ainda inauguradas as exposições, entre as quais Requintinha, com ilustração de Ivone Ralha, na Sala de Exposições 2 do Centro Cultural Raiano. O programa reuniu público e artistas locais em várias iniciativas.
Espetáculo e participação
No Auditório, o espetáculo Violas EnCantadas & Convidados contou com José Barros, Fernando Deghi e Ricardo Fonseca. A noite contou com as Adufeiras de Idanha-a-Nova e intervenientes como Amélia Fonseca, Adosinda Xavier, Idalina Gameiro, José Manuel Neto, Pedro Jóia, Rogério Peixinho e Joana Negrão.
A presidente da Câmara de Idanha-a-Nova destacou que a festa não é sobre paredes, mas sobre pessoas. Elza Gonçalves enfatizou o caráter democrático da instituição e o papel de acolhimento do espaço.
A autarca realçou ainda o percurso de 29 anos do Centro Cultural Raiano. Sublinhou que o centro resulta do trabalho de quem não pediu licença para ser quem é, mantendo a aggressão à justiça social na democratização da cultura.
Não houve conclusão ou opinião; o foco foi informar os fatos, datas e intervenientes que compõem a comemoração.
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