- A Polícia Judiciária de Braga deteve, em Braga, um homem de trinta e seis anos, de Oliveira de Azeméis, presumível autor de burla qualificada que lhe causou um prejuízo de 56.500 euros.
- O suspeito ganhou a confiança da vítima e convenceu-a a investir em apostas desportivas online com rentabilidade superior ao mercado, garantindo reembolso do capital.
- O lesado transferiu várias quantias a partir de abril de 2024, após lhe serem apresentados documentos supostamente contratuais com as condições do investimento.
- Em 2025, ao tentar resgatar parte do dinheiro, o lesado descobriu a burla e comunicou o caso à Polícia Judiciária; já foram apuradas outras vítimas.
- O detido foi apresentado no Tribunal de Braga, liberado, mas sujeito a apresentações semanais à PSP, proibido de contactar o lesado e de aceder a plataformas informáticas ligadas a aplicações financeiras.
A Polícia Judiciária de Braga deteve, na terça-feira, em Braga, um homem de 36 anos, natural de Oliveira de Azeméis, pela presumível prática de burla qualificada relacionada com falsas apostas desportivas online. O montante lesado da vítima ronda os 56.500 euros.
Segundo fonte ligada ao processo, o arguido ganhou a confiança da vítima, apresentando-se como corretor financeiro e apostador profissional. Alegou rentabilidade acima do mercado, sem risco, com garantia de reembolso do capital investido, apoiando as afirmações com documentos supostamente contratuais.
A vítima, residente em Braga, começou a realizar várias transferências a partir de abril de 2024, acreditando estar perante uma oportunidade legítima de investimento. O lesado foi induzido pela apresentação de papéis falsos e promessas de retorno.
Em 2025, diante de pedidos de mais dinheiro, a vítima passou a desconfiar e procurou resgatar parte do capital. Percebeu então ter sido burlada e informou o caso à PJ.
Na terça-feira, o suspeito regressou a Braga para pedir nova quantia, pressionando ainda o lesado a contrair um crédito bancário. O homem foi detido em flagrante pela Polícia Judiciária. A investigação prossegue, já com indicação de outras vítimas.
O detido foi conduzido ao Tribunal de Braga, de onde saiu libertado, ficando sujeito a apresentações semanais à PSP, proibido de contactar o lesado e de aceder a plataformas informáticas associadas a aplicações financeiras ou desportivas.
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