- A Apneia Coletiva apresenta a criação “SONO–SONHO–SONO” na Fábrica da Criatividade, em Castelo Branco.
- O projeto resulta de seis investigações artísticas conduzidas por seis artistas e prevê uma apresentação final em julho.
- Nesta semana decorre a primeira residência artística, com investigação sobre a relação entre corpo, espaço e perceção.
- A apresentação pública está marcada para sábado, 7 de fevereiro, às 18h, com entrada gratuita.
- A performance de Elizabete Francisca aborda o dormir como território de acesso ao sonho, questionando a lógica da produtividade.
A nova criação da Apneia Coletiva, intitulada SONO–SONHO–SONO, integra o projeto Andar Dormir Comer Falar, que questiona condicionamentos quotidianos através da efabulação e de práticas psicofísicas. O foco é a relação entre corpo, espaço e perceção, conduzindo a uma apresentação pública prevista para julho.
A primeira residência artística decorre esta semana na Fábrica da Criatividade, em Castelo Branco. O projeto desenvolve-se através de seis investigações realizadas por seis artistas da coletividade, em diferentes momentos de pesquisa e criação.
A apresentação pública ocorre no sábado, 7 de fevereiro, às 18h, com entrada gratuita. A performance é assinada por Elizabete Francisca, que propõe refletir sobre o ato de dormir como território de acesso ao sonho, desafiando lógicas de produtividade.
O conceito questiona que mensagens emergem do sonho e como gestos, imagens e movimentos podem influenciar a vida desperta. A montagem explora outras formas de conhecimento e de relação com o mundo, a partir do inconsciente e do sensível, numa leitura coletiva do sono e do sonho.
A iniciativa insere-se numa fase de investigação e experimentação que poderá culminar numa apresentação de maior relevância pública em julho, mantendo o foco na experimentação do corpo e do espaço. A iniciativa visa fomentar a escuta entre o consciente e o inconsciente.
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