- Em 2020 e 2021 houve 2.271 notificações de anomalias congénitas (AC) no Registo Nacional.
- A prevalência foi de 137,9 casos por 100 mil nascimentos.
- Desses, 1.501 bebés nasceram (65,9%), enquanto 723 casos (31,8%) seguiram para interrupção médica da gravidez.
- Registaram-se 30 mortes fetais e 16 abortos espontâneos.
- O relatório foi publicado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) na última semana.
Em 2020 e 2021 o Registo Nacional de Anomalias Congénitas (AC) recebeu 2271 notificações, com uma prevalência de 137,9 casos por 100 mil nascimentos. O conjunto de dados foi divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) na última semana.
Entre os casos, dois terços resultaram no nascimento dos bebés, totalizando 1501. Em 723 situações (31,8%), os pais optaram pela interrupção médica da gravidez (IMG). As decisões decorreram no âmbito de avaliações clínicas e de saúde materna.
Registaram-se ainda 30 mortes fetais e 16 abortos espontâneos. O relatório do INSA sublinha a importância de exames de gravidez para detetar anomalias congénitas precocemente e orientar decisões médicas e familiares.
Dados-chave
- Notificações AC: 2271 (2020-2021)
- Prevalência: 137,9 por 100 mil nascimentos
- Nascimentos: 1501
- IMG: 723 (31,8%)
- Mortes fetais: 30
- Abortos espontâneos: 16
A divulgação dos números reforça a necessidade de acompanhamento pré-natal e de acesso a informações de saúde de qualidade para as famílias. O INSA recomenda continuidade de monitorização e de investimentos em exames de deteção.
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