- A Fretilin criticou hoje a resposta do Governo timorense ao surto de dengue, que já provocou cinco mortos.
- A deputada Helena Martins afirmou que a incapacidade da ministra da Saúde, Elia Amaral, força alguns doentes a deitarem-se no chão ou a sentarem-se para receber tratamento.
- Dados do Ministério da Saúde indicam que o total de casos de dengue desde o início do ano é de 1.310.
- A dengue já provocou a morte a cinco crianças, segundo o ministério.
- O Ministério da Saúde tem realizado fumigação e intervenções nos bairros de risco e transferiu doentes do hospital principal para um edifício em Tasi Tolu devido ao elevado número de internados.
A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) contestou hoje a resposta do Governo timorense ao surto de dengue, que já provocou cinco mortes. A acusação centra-se na atuação da ministra da Saúde, Elia Amaral, na gestão da crise.
A deputada Helena Martins, da Fretilin, defende que há falhas graves no atendimento, com pacientes que teriam de deitar-se no chão ou ficar sentados para receber tratamento. A crítica estende-se a um colapso percebido do sistema de saúde.
A saúde pública também enfrenta uma escalada de casos. Dados do Ministério indicam 1.310 infecções desde o início do ano, com cinco óbitos de menores de idade.
Reação de quem está no poder
Maria Gorumali Barreto, deputada do CNRT e presidente da comissão de Saúde, salientou o esforço dos profissionais de saúde para cuidar dos doentes, apesar das limitações de recursos.
A deputada acrescentou que o elevado número de internados obrigou a transferência de pacientes do principal hospital para um edifício em Tasi Tolu, para tratamento de dengue.
O Ministério da Saúde tem realizado fumigação e intervenções em bairros de risco, pedindo à população que mantenha a limpeza de valetas e áreas propícias à proliferação do mosquito.
Além disso, o órgão confirmou trabalho contínuo de equipes no terreno, em articulação com autoridades locais, para reduzir o impacto da doença.
Entre na conversa da comunidade