- No Dia Mundial do Cancro, a 4 de fevereiro, é sublinhada a necessidade de inovação e de cuidados centrados na pessoa, envolvendo o setor público, privado e a tecnologia.
- A Agência Internacional para a Investigação do Cancro prevê mais de 22% de novos casos na Europa até 2045, com Portugal estimando um aumento de cerca de 20% até 2040.
- O cancro continua a ser a segunda principal causa de morte em Portugal, sendo essencial investir em prevenção, rastreio e tratamento para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
- A tecnologia, desde imagiologia médica avançada até inteligência artificial, tem permitido diagnósticos mais rápidos e precisos, intervenções precoces e decisões clínicas mais personalizadas.
- Além de inovação tecnológica, é fundamental reforçar estratégias de prevenção e diagnóstico precoce, assegurando sustentabilidade do sistema de saúde e melhoria da experiência do doente.
O Dia Mundial do Cancro, celebrado a 4 de fevereiro, serve de marco para reforçar a necessidade de inovação e colaboração no combate à doença. Organizações de saúde, públicas e privadas, destacam que cada experiência com o cancro é única e requer respostas personalizadas.
Segundo a IARC, o número de novos casos na Europa deve subir mais de 22% até 2045, devido ao envelhecimento e a estilos de vida. Em Portugal, o Registo Europeu das Desigualdades no Cancro aponta um aumento de cerca de 20% até 2040.
O texto reforça que o cancro continua a ser a segunda principal causa de morte em Portugal, aumentando a urgência de estratégias integradas de prevenção, rastreio e tratamento. A humanização dos cuidados aparece como princípio orientador.
A tecnologia é apontada como motor de melhoria. Imagiologia avançada e inteligência artificial ajudam no diagnóstico precoce, com decisões clínicas mais personalizadas e intervenções mais rápidas. O objetivo é reduzir a agressividade do tratamento.
A sustentabilidade do sistema de saúde também é destacada. Equipamentos eficientes, plataformas digitais e ferramentas de apoio aos profissionais são cruciais para enfrentar o aumento previsto da incidência sem sobrecarregar recursos.
As organizações enfatizam que as soluções devem adaptar-se à trajetória de cada pessoa, respeitando o contexto individual. A inovação tecnológica e as políticas de saúde devem ter esse princípio como referência.
Inovar com humanidade é apresentado como requisito imprescindível. A convergência entre ciência e humanismo nos cuidados de saúde é apontada como caminho para respostas clínicas, apoio e respeito ao longo de toda a jornada do doente.
Fonte: Direção-Geral da Fujifilm para Espanha e Portugal.
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