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Influenciadores acusados de violação de menor em Loures

Loures: quatro influencers acusados de violação agravada e de 27 crimes de pornografia de menores contra uma menor; vídeos difundidos e indemnização pedida

Os crimes em causa têm uma moldura penal que, cumulativamente, podem chegar a uma pena máxima de sete anos de prisão
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  • Quatro jovens influencers são acusados de violação agravada e de 27 crimes de pornografia de menores agravados contra uma adolescente, com a moldura penal que pode chegar a sete anos de prisão.
  • A denúncia foi apresentada pela mãe da vítima; vários vídeos das ações foram gravados e um deles já teve mais de 32 mil visualizações, sem que alguém tivesse alertado as autoridades.
  • Dois dos arguidos são ainda acusados de quatro crimes de ofensa à integridade física; a vítima avançou com uma acusação particular por sete crimes de injúria e pediu indemnização.
  • Os factos remontam a 12 de fevereiro de 2025: a menor combinou um encontro num jardim público, houve gravações de atos sexuais consensuais, seguiu-se uma deslocação para uma “casa do lixo” onde a vítima foi agredida e impedida de partir.
  • Até ao fim de março decorre o prazo de contestação; só depois serão marcadas as audiências de julgamento.

Quatro jovens influencers foram acusados de violação agravada e de 27 crimes de pornografia de menores agravados envolvendo uma adolescente. A acusação aponta para gravações do alegado crime e para a circulação de imagens em locais públicos. A denúncia foi apresentada pela mãe da vítima.

Segundo a acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Loures, a vítima também deduziu acusação particular contra os quatro arguidos por sete crimes de injúria, incluindo pedidos de indemnização. A moldura penal pode chegar a sete anos de prisão cumulativamente.

Os factos remontam a 12 de fevereiro de 2025, quando a menor concordou com um encontro num jardim público. Após gravação de atos sexuais consensuais, a vítima foi levada para uma chamada “casa do lixo”, onde foi agredida. Ao tentar sair, foi impedida por todos os arguidos, e teriam dito que só seria libertada se mantivesse novos atos sexuais.

Cerca das 20h desse dia, os quatro arguidos abandonaram o local, deixando a vítima com lesões em várias regiões do corpo. A acusação acrescenta que um arguido enviou as gravações a outra pessoa e que as imagens foram exibidas em um estabelecimento de diversão nocturna. O processo encontra-se em prazo de contestação até ao fim de março, após o qual seguirão as audiências de julgamento.

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