- A passagem de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egipto, foi reaberta de forma experimental no domingo e no segunda-feira.
- Esperava-se que pelo menos cinquenta pessoas que saíram durante o conflito pudessem regressar, e que até cento e cinquenta pudessem sair, com quarenta ou mais doentes acompanhados por dois familiares cada um.
- No entanto, apenas doze pessoas conseguiram regressar através do posto de Rafah.
- Entre os regressoistas esteve Huda Abu Abed, de cinquenta e seis anos.
- A Cruz Vermelha afirma que as entradas e saídas representam uma percentagem ínfima das necessidades e aponta para ambiguidade na reabertura da passagem.
O acesso à passagem de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egipto, voltou a abrir-se de forma experimental. A iniciativa ocorreu no domingo e manteve-se na segunda-feira, com o objetivo de facilitar a saída de pessoas de Gaza.
Entre os que puderam regressar esteve Huda Abu Abed, de 56 anos, uma das doze pessoas que conseguiram voltar a entrar na Faixa de Gaza. O número real de regressoes ficou aquém das expectativas iniciais.
Antes da reabertura se esperava que pelo menos 50 pessoas pudessem regressar e que até 150 pudessem sair, incluindo 50 doentes acompanhados por familiares. A Cruz Vermelha também sublinhou a ambiguidade associada a esteRestart do posto.
Ambiguidade na reabertura
A organização humanitária indica incertezas sobre critérios, prazos e condições de acesso, refletindo a complexidade de operações nesta fronteira. O fluxo de saídas continua a depender de avaliações logísticas e de segurança.
O contexto é marcado pela destruição e pelas dificuldades humanitárias na região, com a passagem a funcionar apenas de forma pontual. Não há confirmação de futuras datas de reabertura estáveis.
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