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Escola em Braga afasta trabalhador por prática sexual diante de alunos e denuncia MP

Escola de Braga afasta funcionário suspeito de atividade sexual exibicionista diante de alunos; caso é remetido ao Ministério Público e segue processo disciplinar

Foto: Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio
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  • O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um assistente operacional depois de ele ter sido filmado nu a realizar uma prática sexual diante de alguns alunos, num vídeo que circulou pela comunidade escolar.
  • O caso foi comunicado ao Ministério Público, através da Polícia Judiciária, e também ao município de Braga pela direção da escola.
  • O funcionário encontra-se suspenso preventivamente e em processo disciplinar, com o afastamento da escola já confirmado.
  • A direção não esclarece as circunstâncias completas nem as idades dos intervenientes, mas admite a possibilidade de crimes como abuso ou pornografia de menores, conforme a análise das autoridades competentes.
  • A mãe de uma aluna manifestou indignação e repulsa, dizendo ser inconcebível que o funcionário possa regressar à escola.

O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um assistente operacional após ter sido filmado nu a realizar uma prática sexual frente a alguns alunos. O caso foi comunicado ao Ministério Público através da Polícia Judiciária e também à Câmara Municipal de Braga, entidade patronal do funcionário.

O diretor do agrupamento afirmou que, assim que tomou conhecimento do episódio, o indivíduo foi suspenso de funções e afastado da escola. A vereadora da Educação confirmou que já decorre um processo disciplinar, com o funcionário em licença preventiva.

O vídeo circulou entre a comunidade escolar, levando a que as autoridades tomassem conhecimento da situação e acionassem as respectivas entidades competentes. A direção não esclarece as circunstâncias, idades envolvidas ou o que pode ter acontecido além do material já divulgado.

Investigação e próximos passos

A instituição técnica afirma que não é uma entidade investigatória e que aguarda pela atuação das autoridades competentes para clarificar as circunstâncias. Mantém o afastamento preventivo do funcionário até a conclusão do processo.

O Ministério Público, através da Polícia Judiciária, conduz a investigação para apurar possíveis crimes de abuso ou importunação sexual, pornografia de menores ou violação de privacidade, conforme o material em mãos. O resultado dependerá das perícias e tomadas de declarações oficiais.

A família de uma aluna manifestou indignação com o que foi visto e expressou repulsa face à possibilidade de o funcionário poder regressar ao estabelecimento, sem emitir juízos de valor sobre o caso enquanto durar a investigação.

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