- A depressão Leonardo atinge o sul de Portugal, com efeitos no Alentejo já a partir do final da tarde de terça-feira, 3 de fevereiro, trazendo chuva persistente e vento moderado a forte, com rajadas de até 75 km/h nas zonas costeiras e 95 km/h nas serras.
- O período de maior intensidade será entre a noite de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira, com maiores acumulados de chuva e reforço do vento.
- A passagem da frente fria transforma a chuva em aguaceiros com granizo e trovoadas, e as temperaturas devem baixar, com a cota de neve a situar-se entre 1.200 e 1.400 metros no Norte e Centro, mantendo o Alentejo com arrefecimento até ao final da semana.
- No litoral alentejano prevê-se forte agitação marítima, com ondas de Noroeste até seis metros de altura e picos de até 11 metros na costa vicentina, com desagravamento temporário na tarde de quarta-feira e novo reforço depois.
- As autoridades apelam à vigilância devido à saturação dos solos após tempestades anteriores, aumentando o risco de cheias rápidas em áreas urbanas e de queda de estruturas ou árvores pelas rajadas.
O depressão Leonardo afeta o Sul de Portugal, com chuva forte e vento até 95 km/h. O IPMA confirmou os primeiros efeitos no Alentejo, a partir do final da tarde de terça-feira, 3 de fevereiro. O Baixo Alentejo e o Algarve são as zonas de entrada do sistema frontal vindo de Sul.
A precipitação deverá ser persistente e forte, acompanhada de vento moderado a forte. Nas zonas costeiras, rajadas até 75 km/h; nas regiões altas, até 95 km/h, especialmente nas serras de Grândola e Ossa.
A depressão Leonardo intensifica-se entre a noite de quarta e a madrugada de quinta, com maiores acumulados de chuva e novo reforço do vento. O regime volta a chuva, com possibilidade de granizo e trovoadas, durante a passagem da frente fria.
Situação atual e previsões
A descida de temperaturas deverá ocorrer, com a neve a baixar para 1200 a 1400 metros no dia 5 de fevereiro, sobretudo no Norte e Centro, mantendo o Alentejo mais frio até ao final da semana. O tempo no litoral alentejano mantém-se de risco.
Ondas de Noroeste no litoral podem alcançar seis metros de altura significativa, com picos de 11 metros na costa vicentina. A proteção civil e o IPMA alertam para cuidados com cheias rápidas e quedas de estruturas devido às rajadas.
As autoridades apelam à vigilância constante, sobretudo devido à saturação do solo e à persistência de condições marítimas perigosas. O acompanhamento contínuo é recomendado para evacuações e medidas preventivas.
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