- Governo de Angola e o Banco Mundial promovem, em Luanda, a Reunião Inaugural de Coordenação sobre o Corredor do Lobito, na quinta-feira, 5, no Hotel Intercontinental.
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- O encontro reúne altas entidades de Angola, da República Democrática do Congo e da Zâmbia, bem como líderes de organizações multilaterais, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento.
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- O objetivo é alinhar prioridades estratégicas e reforçar a coordenação entre os três países e os parceiros técnicos e financeiros, para acelerar a implementação de projetos estruturantes.
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- As áreas‑chave incluem transporte ferroviário, logística integrada, facilitação do comércio, modernização de infra‑estruturas, energia sustentável, cadeias de valor agrícolas e minerais e desenvolvimento económico e social ao longo do corredor.
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- O Corredor do Lobito, que liga o Porto do Lobito aos mercados da Zâmbia e da República Democrática do Congo, é visto como plataforma logística crucial para África Austral e Central; a reunião aponta para uma cooperação mais estruturada para atrair investimento privado e criar empregos.
O Governo de Angola, em parceria com o Banco Mundial, promoveu hoje, 5 de março, no Hotel InterContinental de Luanda, a Reunião Inaugural de Coordenação sobre o Corredor do Lobito. O objetivo é lançar um mecanismo regional de coordenação para acelerar o desenvolvimento do corredor.
O encontro, de alto nível, reuniu representantes de Angola, da República Democrática do Congo e da Zâmbia, bem como líderes de organizações multilaterais, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento. A mobilização evidencia o compromisso com o projeto.
A reunião visa alinhar prioridades e reforçar a cooperação entre os três países e seus parceiros técnicos e financeiros. A agenda foca em transporte ferroviário, logística, facilitação do comércio, modernização de infra-estruturas, energia sustentável e desenvolvimento de cadeias de valor.
O Corredor do Lobito liga o Porto do Lobito a redes de transporte na RDC e na Zâmbia, atravessando Angola e conectando mercados regionais. O projeto é visto como fundamental para desbloquear o potencial económico do interior da África Central e promover o comércio intrarregional.
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