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Tempestade Kristin: o que ter em casa, do mini-fogão a baterias

Tempestade Kristin alerta: famílias devem ter kit de emergência com água, alimentos e iluminação; evitar geradores dentro de casa por risco mortal de intoxicação

Corte no abastecimento de água na Marinha Grande, consequência do mau tempo
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  • A tempestade Kristin provocou corte de energia em vasta zona do país; em algumas regiões ainda não está restabelecida.
  • Recomenda-se ter um kit de emergência com água e alimentos enlatados, lanternas a pilhas e um rádio a pilhas; é útil ter entre 70 a 100 euros em casa para cada elemento da família.
  • Soluções de apoio passam por fogões a gás portáteis, baterias e geradores; existem modelos entre 30 e 50 euros com botijas de gás, e válvulas de segurança para uso responsável.
  • Há várias opções de iluminação: lanternas a pilhas, solares ou a gás, e pequenos aquecedores a gás com mecanismos de segurança para reduzir riscos.
  • Em termos de energia, as baterias recarregáveis e powerbanks solares são opções acessíveis; para consumo mais amplo existem estações de energia ou baterias de grande capacidade, a partir de cerca de 100 euros; geradores maiores oferecem mais autonomia, mas devem ser usados com ventilação adequada devido ao risco de monóxido de carbono.

A tempestade Kristin deixou claro que a eletricidade pode falhar em áreas largas do país, mesmo com a electrificação crescente de casas, lojas e serviços. Em situações extremas, ter um kit de emergência em casa torna-se essencial para alimentação, iluminação e aquecimento.

Famílias devem considerar reservas de água e comida não perecível, bem como meios de iluminação, como lanternas a pilhas. Pequenas soluções de cozinha a gás, com válvulas de segurança, podem ser úteis quando a energia não está disponível.

Os geradores, especialmente os maiores, devem ficar fora de habitações devido ao risco de intoxicação por monóxido de carbono. Em caso de locais fechados, existem relatos de mortes e ferimentos graves associados ao uso inadequado.

Para quem não pode depender apenas da rede, há várias opções no mercado. Fogões portáteis a gás propano e baterias com autonomia suficiente para telemóveis e pequenos aparelhos já são opções acessíveis, com preços que costumam situar-se entre 30 e 50 euros para modelos básicos.

As lanternas a pilhas ou solares permanecem as escolhas mais comuns, mas também existem soluções que funcionam com cartuchos de gás. Aquecedores portáteis a gás completam o leque de recursos para aquecer espaços, com sistemas de segurança que reduzem riscos.

Powerbanks solares e baterias de maior capacidade oferecem recarga para dispositivos eletrónicos. Em modelos mais potentes, é possível manter eletrodomésticos simples em funcionamento, embora o custo varie consoante a autonomia pretendida.

A relevância de um kit de emergência é sublinhada pela Comissão Europeia, que recomenda ter, pelo menos, itens para três dias. Além de água, comida, lanternas e pilhas, aconselha-se ter medicamentos habituais, rádio a pilhas e algum dinheiro em casa.

Entre os itens recomendados constam também cobertores de aquecimento, roupas quentes, utensílios básicos e documentos importantes. Em caso de saída de casa, é aconselhável ter um conjunto de itens de reserva, sem depender de recursos externos.

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