- O patriarca de Lisboa não manteve contacto com a aldeia Urqueira, em Ourém, há cinco dias e pediu apoio aos concelhos atingidos pela depressão Kristin, elogiando a resiliência dos conterrâneos.
- Várias aldeias do concelho permanecem sem eletricidade e comunicações, com a recuperação prevista para cerca de duas semanas, segundo Rui Valério.
- A situação ocorre ainda a lavrar após incêndios anteriores e a depressão Kristin, que causaram devastação na região e levantam questões sobre prevenção.
- A Igreja de Portugal prepara uma resposta conjunta, em coordenação com o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, José Ornelas, e a diocese de Leiria-Fátima.
- Em Lisboa, as celebrações dominicais pedem doações e oração pelas vítimas, com recolha de bens não perecíveis, enquanto centenas de escuteiros ajudam na limpeza dos locais afetados.
O patriarca de Lisboa não teve contacto com a aldeia natal de Ourém há cinco dias, enquanto pede apoio aos concelhos afetados pela depressão Kristin. O arcebispo elogia a resiliência dos conterrâneos, que continuam também a lidar com os impactos dos incêndios reportados nos últimos anos.
Segundo Rui Valério, o concelho de Ourém tem uma elevada parte do território sem eletricidade e, por isso, sem comunicações. A comunicação com familiares da Urqueira depende de deslocações até Ourém ou Fátima, devido às avarias na rede elétrica.
A Urqueira é uma das aldeias sem acesso estável a serviços básicos, com reposição estimada em duas semanas para várias zonas dispersas. As pessoas mantêm-se informadas mediante contactos informais com familiares, que descrevem o panorama devastador na região.
O patriarca de Lisboa recorda a persistência da população ao enfrentar as dificuldades e aponta que a fé e o apoio de Nossa Senhora de Fátima sustentam a comunidade. Ele alerta para necessidades de prevenção que são indispensáveis.
No âmbito da Igreja, há alinhamento com o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e bispo de Leiria-Fátima para uma resposta coordenada a vários níveis. Recorda-se ainda uma mobilização com a Igreja de Portugal.
Apoios na região passam por iniciativas em Lisboa, com apelos a doações e orações pelas vítimas. O esforço inclui bens não perecíveis, recolhidos pelas Caritas diocesanas, para as zonas afetadas.
Comunidade local também está envolvida com centenas de escuteiros que trabalham na limpeza de espaços públicos. O apoio humanitário mantém-se como prioridade para mitigar os efeitos da depressão provocada pelas intempéries.
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