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Manuel Alegre: vários inéditos e prémios anunciados em fevereiro

Fevereiro traz dezenas de lançamentos: novo Manuel Alegre, obras premiadas e regresso de autores internacionais

Balada do corsário dos sete mares, de Manuel Alegre, é um novo livro de inéditos, publicado quando o autor se aproxima dos 90 anos, que reúne poemas de de temática variada — da atualidade internacional à reflexão sobre a própria escrita —, terminando com quatro baladas em redondilha maior.
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  • Manuel Alegre lança Balada do corsário dos sete mares, novo livro de inéditos, próximo de completar 90 anos, com poemas variados e quatro baladas em redondilha maior.
  • Chegam estreias nacionais, incluindo Os sete sentidos e outros lugares, de José Carlos de Vasconcelos, e Mulher no espaço, de José Gardeazabal.
  • Na edição traduzida, destaca-se O vento que arrasa, de Selva Almada, vencedor de prémios, e a reedição de O tango de Satanás, de László Krasznahorkai; chegam ainda As meninas do laranjal, de Gabriela Cabezón Cámara, e Tito Andrónico, de William Shakespeare.
  • Entre as novidades, destacam-se Também Esse lugar, de Berta Dávila; Terra Estreita, de Mafalda Santos; Como a laranjeira amarga, de Milena Palminteri; Autorretratos, de Osamu Dazai; e O caso da estação de Kamata, de Seicho Matsumoto.
  • Editoras como Minotauro, Penguin, Relógio d’Água, Cavalo de Ferro, Elsinore, Quetzal e Tinta-da-China apresentam ainda obras de ficção, não-ficção e literatura traduzida, incluindo títulos premiados e inéditos em Portugal.

Manuel Alegre estreia livro de poesia com inéditos, marcado pela proximidade aos 90 anos. A obra aborda temas atuais, passando pela reflexão sobre a escrita, e encerra com quatro baladas em redondilha maior. A edição chega numa altura de reconhecimentos nacionais.

Várias estreias nacionais e internacionais compõem o leque de fevereiro. Entre os nomes, José Carlos de Vasconcelos regista regresso à poesia após uma década, com memórias, política e tempo como temas centrais.

A editora recupera O vento que arrasa, romance de Selva Almada premiado no Edimburgo, dando continuidade à divulgação em Portugal de obras da autora, após Raparigas mortas e Não é um rio.

Poesia e romance internacional

O romance Orquestra, de Miqui Otero, chega numa perspectiva coral que explora uma noite de verão através da música e dos segredos de uma comunidade. Em Portugal, Chiara Valerio publica Quem diz e quem cala, uma obra que cruza policial, comunidade e psicologia.

Laura Agustí apresenta Furor botânico, livro ilustrado que combina autobiografia, botânica e saberes naturais, destacando a relação entre mulheres, plantas e o planeta. Yiyun Li estreia com Tudo na natureza apenas continua, livro de memórias sobre luto e sobrevivência.

Autores e editoras em evidência

Bruna Dantas Lobato estreia em Portugal com Horas azuis, romance autobiográfico sobre migração e relações familiares, a quando da recepção crítica internacional. José Gardeazabal publica Mulher no espaço, obra de intervenção social e política.

László Krasznahorkai reedita O tango de Satanás, romance de estreia do Prémio Nobel da Literatura 2025. A Cavalo de Ferro também relança o clássico de Lamartine, Graziella, romance que explora amor, melancolia e paisagens italianas.

Novidades traducidas e nacionais

Gabriela Cabezón Cámara estreia em Portugal com As meninas do laranjal, romance premiado, acompanhado de Tito Andrónico, de Shakespeare. Penguin traz Esse lugar, de Berta Dávila, e Terra Estreita, de Mafalda Santos.

Antígona apresenta Autobiografia de um polvo, de Vinciane Despret, e Marcas de batom, de Greil Marcus, ensaio sobre punk e correntes culturais do século XX. Relógio d’Água publica obras de Ana Teresa Pereira e Maria Filomena Mónica.

Continuidade e perspectivas

O Céu em desordem, de Slavoj Žižek, chega em tradução; Espanto, de Zeruya Shalev, acompanha encontros entre mulheres. Presença destaca Como a laranjeira amarga, vencedor de prémio italiano, como evidência editorial.

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