- Uma dezena de militares da Marinha vão reforçar a Proteção Civil de Coruche a partir das 21h30 de domingo, com atuação conforme for necessário.
- A medida resulta de previsões de mau tempo e possível cheias nos próximos dias, em articulação entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a Marinha Portuguesa.
- Os militares ficarão no quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche e podem ser mobilizados para qualquer um dos concelhos da Lezíria do Tejo, sob ordens da Proteção Civil.
- As tropas vão realizar patrulhas de vigilância em áreas críticas e zonas ribeirinhas; terão botes em prontidão junto às margens do Tejo, Mondego e Sado.
- No total estão envolvidos 240 militares, 35 viaturas, 31 botes, 5 geradores, 5 drones e um helicóptero, com apoio às autarquias e bombeiros em desobstrução, reconstrução, isolamento de locais, manutenção de geradores, remoção de detritos e transporte de material de construção.
Coruche vai receber, a partir das 21h30 de domingo, uma força de cerca de 10 militares da Marinha para apoiar a Proteção Civil, durante o tempo em que for necessário. A missão decorre devido a previsões de mau tempo e possível cheias nos próximos dias.
A medida foi aprovada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil em parceria com a Marinha Portuguesa. O objetivo é reforçar o contingente de socorro e assegurar atuação rápida em situações de emergência.
Os militares vão ficar instalados no quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche e atuarão sob a hierarquia da Proteção Civil. Podem ser mobilizados para qualquer concelho da Lezíria do Tejo.
A Marinha descreve que os militares realizam patrulhas de vigilância e monitorização de áreas críticas, com foco especial em zonas ribeirinhas, mantendo contacto com a população para identificar necessidades.
Nos próximos dias, há barcos em prontidão para apoio em cheias. Alguns estão já posicionados junto às margens do Tejo, Mondego e Sado, conforme previsão de chuva persistente.
Distribuição geográfica e recursos
Além de Coruche, há militares da Marinha em Batalha, Coimbra, Leiria, Marinha Grande, Montemor-o-Velho, Soure e Vila Nova da Barquinha, apoiando autarquias e bombeiros na desobstrução, reconstrução, isolamento de locais e transporte de material.
No total, a missão envolve 240 militares, 35 viaturas, 31 botes, cinco geradores, cinco drones e um helicóptero, preparados para atuação conforme as necessidades das zonas afetadas.
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