- Coimbra e Montemor-o-Velho emitiram avisos devido ao alto risco de cheias e inundações no Mondego, com chuva intensa e vento forte previstos pelo IPMA.
- A Câmara Municipal de Coimbra pediu atenção às zonas ribeirinhas e sugeriu preparar uma mala de emergência, seguindo as instruções oficiais.
- O município de Montemor-o-Velho recomenda autoproteção e prevenção, evitando circulação perto de zonas ribeirinhas vulneráveis e não atravessar áreas inundadas.
- O distrito de Coimbra está sob aviso amarelo a partir das 00h00 de 2 de fevereiro; ventos podem elevar o risco, com chuva persistente prevista ao longo da semana, especialmente near zonas históricas do Mondego.
- A Junta de Pereira alerta para cheias na zona histórica de Montemor-o-Velho a partir da noite de domingo; o Governo decretou calamidade para cerca de sessenta municípios entre 00h00 de quarta-feira e 23h59 de 1 de fevereiro.
Coimbra e Montemor-o-Velho colocaram as autarquias em estado de alerta devido ao risco elevado de cheias e inundações, após previsões do IPMA de chuva intensa, vento forte e agravamento das condições atmosféricas nos próximos dias. O avisos chegam a outros concelhos do distrito.
A Câmara Municipal de Coimbra pediu à população que reside em zonas ribeirinhas que conheça a Zona de Concentração e Apoio à População e tenha uma mala de emergência com documentos, medicamentos e bens essenciais. Seguir as instruções oficiais é recomendado.
O Município de Montemor-o-Velho também destacou a necessidade de máxima prudência, sugerindo medidas de autoproteção e prevenção. Evitar circulação junto a zonas vulneráveis e não atravessar áreas inundadas são algumas das recomendações.
Condições meteorológicas e avisos
O IPMA antecipou períodos de chuva ou aguaceiros fortes a partir da madrugada de domingo, com o distrito de Coimbra sob aviso amarelo a partir das 00h00 de 2 de fevereiro. O vento deverá intensificar-se, gerando avisos laranja e amarelo.
A chuva persistente ao longo da semana aumenta o risco de cheias, sobretudo no Vale do Mondego e nas margens do rio, onde já há áreas historicamente vulneráveis. As autoridades pedem especial cuidado na condução noturna.
Medidas práticas para a população
Os serviços municipais recomendam manter desobstruídos os sistemas de escoamento, retirar objetos soltos de varandas e terraços e proteger veículos e bens em zonas baixas. Ações preventivas visam reduzir danos em cheias rápidas.
A Junta de Freguesia de Pereira, em Montemor-o-Velho, alertou para a probabilidade de cheias na zona histórica e baixa da vila a partir da noite de domingo para segunda-feira. Foi pedido que os cidadãos salvaguardem bens e que a comunidade conte com apoio das autoridades.
Contexto e desdobramentos
O período de instabilidade sucede à passagem da depressão Kristin, que causou estragos por Portugal continental com feridos, desalojados e mortos. No distrito de Leiria já se registaram vítimas e danos relevantes.
Entre as principais consequências do mau tempo estão quedas de árvores, cortes de estradas, interrupções ferroviárias, encerramento de escolas e falhas nos serviços essenciais. No global, Coimbra, Leiria e Santarém foram os distritos mais afetados.
Situação administrativa
O Governo decretou situação de calamidade para cerca de 60 municípios entre as 00h00 de quarta-feira e as 23h59 de 1 de fevereiro, medida que pode ser alargada conforme evoluam as condições.
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