- Em 2025, 1.063 residentes da Póvoa de Lanhoso visitaram ou revisitaram a Torre de Menagem do Castelo de Lanhoso.
- Desde 2023, quando passou a haver visitas gratuitas para residentes, já foram usufruídas 3.075 entradas.
- No total de 2025, o número de visitantes da Torre de Menagem ficou praticamente estável, com 11.730 pessoas; o mau tempo no último trimestre afetou a procura.
- A 2025 registaram-se 2.156 visitantes estrangeiros de 55 nacionalidades, incluindo estreias de nacionais da Nigéria e do Quirguistão; entre os expedidores mais frequentes estão brasileiros, espanhóis e franceses.
- O edifício de quatro pisos atrai quem já pretendia visitar ou revisitar, ou quem o faz por curiosidade, com a exposição “A Herança Cultural da Póvoa de Lanhoso”; estima-se que quem visita apenas o interior da muralha ultrapassa em muito quem percorre a Torre de Menagem.
A Torre de Menagem do Castelo de Lanhoso continua a atrair visitantes, com números estáveis em 2025, apesar de condições meteorológicas adversas no último trimestre. O espaço museológico, que faz parte da Póvoa de Lanhoso, recebeu 11.730 visitantes no ano.
Desde 2023, as visitas gratuitas a residente na Póvoa de Lanhoso têm vindo a incentivar o contacto da comunidade com o património local, com 3.075 pessoas a usufruírem este apoio até 2025. A medida pretende reforçar a ligação entre população e património.
Em 2025, registaram-se 2.156 visitantes estrangeiros, de 55 nacionalidades e de todos os continentes. Entre os países de origem, surgem pela primeira vez cidadãos da Nigéria e do Quirguistão; Portugal continua entre as preferências, seguidos por Brasil, Espanha e França.
Interior da muralha versus Torre de Menagem
O conjunto da visitações evidencia que o número de pessoas que apenas visita o interior da muralha, para contemplar as paisagens, é superior ao de quem percorre a Torre de Menagem, que alberga a exposição A Herança Cultural da Póvoa de Lanhoso. Estima-se que esse grupo seja o dobro daquele que entra na torre.
A Torre de Menagem mantém a sua atratividade, mesmo com oscilações sazonais, graças à sua implantação singular sobre o maior monólito granítico da Península Ibérica, que continua a cativar curiosos e viajantes.
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