- A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil anunciou um aviso amarelo emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) devido à previsão de precipitação moderada a forte, com possibilidade de granizo e trovoada, em todo o território continental entre a tarde de domingo e a manhã de segunda-feira.
- O aviso entra em vigor no dia 1 de fevereiro, às 15h00, nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Vila Real; às 21h00 passa a abranger Bragança, Castelo Branco, Guarda, Leiria, Lisboa e Santarém; e, a partir das 00h00 de 2 de fevereiro, inclui Beja, Évora, Faro, Portalegre e Setúbal.
- O alerta mantém-se ativo até às 06h00 de segunda-feira, 2 de fevereiro.
- A Proteção Civil alerta para um aumento significativo do risco de inundações e cheias, especialmente em áreas urbanas e zonas históricamente vulneráveis, com potenciais inundações rápidas, alagamentos de estruturas subterrâneas e piso rodoviário escorregadio.
- Recomenda-se desobstruir sistemas de escoamento de águas pluviais, evitar zonas junto a linhas de água, não atravessar áreas inundadas e conduzir de forma defensiva; em zonas ribeirinhas, é aconselhada a retirada de animais, equipamento e veículos para locais seguros.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) informou hoje o IPMA sobre o aviso amarelo de chuva forte e trovoada que pode afectar o território continental entre a tarde de domingo e a manhã de segunda-feira. O alerta é devido à previsão de precipitação por vezes forte, com possível granizo e trovoada.
O aviso entra em vigor no domingo, 1 de fevereiro, às 15h00, nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Vila Real. A partir das 21h00, estende-se a Bragança, Castelo Branco, Guarda, Leiria, Lisboa e Santarém, e às 00h00 de 2 de fevereiro chega a Beja, Évora, Faro, Portalegre e Setúbal. Mantém-se até às 06h00 de segunda-feira.
A persistência da chuva aumenta o risco de inundações e cheias, particularmente em áreas urbanas e zonas historicamente vulneráveis. Podem ocorrer inundações rápidas, transbordos de linhas de água, alagamentos em estruturas subterrâneas e piso escorregadio.
Riscos e recomendações
As autoridades destacam danos em estruturas, quedas de ramos e interrupções em infraestruturas de comunicações e energia. Desobstruir os sistemas de escoamento, evitar linhas de água e não atravessar zonas inundadas são orientações-chave.
Proteção Civil aconselha condução defensiva e retirada preventiva de animais, equipamentos e bens de locais próximos a rios sujeitos a cheias. Acompanhamento permanente das condições meteorológicas e cumprimento das instruções das autoridades são determinantes.
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