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Confiámos que não precisávamos das vacinas e ficámos longe do sarampo

Seis países europeus perderam o estatuto de eliminação do sarampo, sinalizando transmissão interna continuada e reforçando a vigilância

Mariana Perez Duque, especialista em doenças infecciosas, alerta para a necessidade manter a vigilância contra o sarampo, sobretudo com os surtos em países próximos, como Espanha
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  • A Organização Mundial da Saúde anunciou que seis países da região europeia perderam o estatuto de eliminação de sarampo: Áustria, Arménia, Azerbaijão, Espanha, Reino Unido e Uzbequistão.
  • A perda do selo significa que a transmissão dentro do país foi retomada, com cadeias de transmissão do sarampo a manter-se durante 12 meses.
  • O sarampo é descrito pela investigadora Mariana Perez Duque, da Universidade de Cambridge, como o microorganismo mais contagioso que existe.
  • A especialista alerta para a necessidade de manter a vigilância, sobretudo face a surtos em países vizinhos, como a Espanha.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, na segunda-feira, que seis países europeus perderam o estatuto de eliminação do sarampo. Áustria, Arménia, Azerbaijão, Espanha, Reino Unido e Uzbequistão veem retomada da transmissão interna após 12 meses com ausência de cadeias sustentadas.

O reconhecimento de eliminação é perdido quando há transmissão contínua do vírus do sarampo dentro do país durante um ano. A OMS indica que estes episódios evidenciam que o sarampo continua presente nas comunidades locais.

A notícia surge num contexto de surtos em países vizinhos, como a Espanha, onde campanhas de vacinação e vigilância ganham nova importância. A investigadora Mariana Perez Duque alerta para a necessidade de manter a vigilância constante.

Segundo especialistas, o aumento da circulação do vírus pode estar ligado a lacunas de imunização ou a fatores como mobilidade de populações e variações sazonais. A OMS reforça a importância de manter coberturas vacinais altas.

A decisão afeta a percepção de segurança sanitária na região, aumentando a preocupação com a reemergência de dados de transmissão. Autoridades de saúde dos países mencionados devem revisar estratégias de vacinação e monitorização.

Apesar do recuo no status de eliminação, a OMS continua a promover a vacinação como a medida mais eficaz para reduzir surtos. A vigilância epidemiológica permanece crucial para interromper cadeias de transmissão.

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