- Câmara Municipal de Santa Maria da Feira adjudicou a empreitada de conservação do castelo por 4,2 milhões de euros, financiados pelo Norte 2030 e verbas municipais, à RBS – Rebuild Solutions SA, com prazo de execução de 910 dias.
- A obra é a segunda fase de um projecto estruturante e deverá iniciar este ano, impondo fortes restrições de visita durante mais de dois anos.
- Por ser monumento nacional, a intervenção ficará sujeita a acompanhamento e aprovações de várias entidades, e todas as intervenções necessitarão de avaliação arqueológica prévia.
- A primeira fase, iniciada em 2022,‑‑concluída em 2024‑‑, incluiu a recuperação de muralhas e da ruína do Paço, com investimento superior a 600 mil euros.
- A nova empreitada abrange intervenções na capela, torre de menagem, praça de armas, túnel de acesso, torre do poço, torre da casamata e áreas exteriores, incluindo melhoria de acessibilidade e criação de novos espaços.
O Castelo de Santa Maria da Feira vai voltar a sofrer obras este ano, numa segunda fase de um projeto estruturante. A intervenção envolve a conservação, preservação e valorização do monumento, num investimento de 4,2 milhões de euros financiado pelo Norte 2030 e por verbas municipais. A adjudicação foi atribuída à RBS – Rebuild Solutions SA, de Vila Nova de Gaia, com um prazo de execução estimado em 910 dias úteis, após o auto de consignação.
A obra, que visa aprofundar a preservação do castelo, vai implicar fortes restrições à visitação durante mais de dois anos. O monumento é nacional desde 1910, o que implica acompanhamento de várias entidades e avaliações arqueológicas prévias a qualquer intervenção. O planeamento detalhado será definido pela empresa contratada e discutido na fase de preparação, segundo a autarquia.
Detalhes da adjudicação
A segunda fase inclui intervenções na capela, torre de menagem, praça de armas, túnel de acesso à tenalha, torre do poço, torre da casamata, tenalha e espaços exteriores à muralha, bem como estacionamento exterior. Estão previstas ações de conservação, manutenção estrutural e criação de novos espaços com acessibilidade universal.
O presidente da Câmara Municipal, Amadeu Albergaria, afirma que o projeto representa um passo decisivo na valorização do castelo, destacando o objetivo de manter a identidade do monumento, assegurar segurança e facilitar a fruição pública a médio e longo prazo. O castelo é considerado um elemento-chave da identidade do concelho e um dos mais relevantes conjuntos da arquitectura militar portuguesa, com programação cultural e turística relevante.
Entre na conversa da comunidade