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Alunos de Celorico de Basto simulam julgamento de violência doméstica

Alunos simulam julgamento de violência doméstica em tribunal real, sob supervisão de juíza e procuradora, para sensibilizar para a gravidade do crime em Celorico de Basto, com 18 vítimas até setembro de 2025

Alunos de Celorico de Basto simulam julgamento de violência doméstica em tribunal real
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  • Alunos do 10.º ano da Escola Básica e Secundária de Celorico de Basto participaram num julgamento simulado de violência doméstica, realizado nas instalações reais do Tribunal Judicial local sob supervisão judicial.
  • A ação pedagógica contou com a orientação de uma juíza da comarca e da procuradora Isabel Amorim, com apoio da Rede Integrada de Apoio à Vítima do concelho e do Gabinete Girassol.
  • Os estudantes exerceram papéis processuais diversos — vítima, arguido, testemunhas, advogados, juiz e procurador — para entender o funcionamento da justiça e as dinâmicas associadas ao crime.
  • A iniciativa surge em contexto de preocupação local, com 18 vítimas de violência doméstica registadas nos primeiros nove meses de 2025 no concelho.
  • O vereador da Ação Social, José Sousa, destacou a importância de envolver jovens nesta matéria, elogiando o trabalho do Gabinete Girassol como estratégia de prevenção pela educação cívica.

Alunos de Celorico de Basto participaram num julgamento simulado sobre violência doméstica, realizado no tribunal local sob supervisão judicial. A ação visou sensibilizar os jovens para a gravidade do crime e ocorreu numa sessão prática, com participação de estudantes do 10.º ano da Escola Básica e Secundária de Celorico de Basto.

A simulação contou com a supervisão direta de uma juíza da comarca e da procuradora Isabel Amorim. Os alunos representaram as diferentes figuras de um processo: vítima, arguido, testemunhas, advogados, juiz e procurador, para compreenderem o funcionamento da justiça num caso de violência doméstica.

A iniciativa integra a Rede Integrada de Apoio à Vítima do concelho, que inclui o Gabinete Girassol, o DIAP, o tribunal e o agrupamento de escolas. O objetivo é promover a educação cívica e a prevenção entre jovens, refletindo preocupações locais com este fenómeno.

Contexto e impacto

O concelho regista 18 vítimas de violência doméstica nos primeiros nove meses de 2025, de acordo com a ação de sensibilização. O grupo já havia dinamizado uma atividade semelhante sobre violência no namoro no ano anterior, reforçando a aposta educativa.

O vereador da Ação Social, José Sousa, destacou a importância de envolver os jovens em idades decisivas. Disse que é essencial fazê-los compreender a gravidade de crimes públicos que os afetam a todos, muitas vezes iniciando com atitudes aparentemente inofensivas.

A iniciativa integra as estratégias da autarquia para combater o problema, com foco na prevenção através da educação e da consciencialização cívica, promovendo uma resposta coordenada entre serviços municipais, tribunais e escolas.

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