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PJ e SERNIC confirmam suicídio de Pedro Ferraz dos Reis

PJ e Sernic concluem suicídio de Pedro Ferraz dos Reis, administrador do BCI, em Maputo, após investigação colaborativa entre Moçambique e Portugal

A morte de Pedro Ferraz chocou a comunidade portuguesa e moçambicana e a disponibilidade para a cooperação na investigação com Portugal é vista localmente como positiva e pouco comum
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  • A PJ portuguesa, a Polícia Judiciária de Moçambique e o Serviço de Investigação Criminal (Sernic) concluíram, em Maputo, que a morte de Pedro Ferraz dos Reis foi suicídio.
  • A conclusão conjunta envolve o Instituto de Medicina Legal de Moçambique e o Instituto de Medicina Legal de Lisboa, com base numa análise exaustiva de provas.
  • O administrador português do banco BCI foi encontrado morto no hotel Polana, em Maputo, encerrando dúvidas anteriores sobre homicídio voluntário.
  • Familiares e amigos (frentes públicas) pediram intervenção do Estado português; uma equipa da PJ e do Instituto de Medicina Legal chegou a Maputo para colaborar.
  • Surgiram dúvidas sobre imagens do hotel e sobre o modo como o indivíduo teria utilizado veneno de rato e efetuado esfaqueamentos, tema que motivei controvérsia inicial.

O administrador português do banco BCI, Pedro Ferraz dos Reis, foi encontrado morto no Hotel Polana, em Maputo. As autoridades moçambicanas indicam que a causa de morte é suicídio, após uma análise conjunta de várias entidades.

A conclusão foi apresentada por um conjunto de organizações: a Polícia Judiciária (PJ) portuguesa, o Serviço de Investigação Criminal de Moçambique (Sernic), o Instituto de Medicina Legal de Moçambique e o Instituto de Medicina Legal de Lisboa. A equipa descreveu o parecer como fundamentado e técnico.

A morte, envolvendo um administrador ligado à Caixa Geral de Depósitos e ao BPI, tem sido objecto de controvérsia desde o dia 20, quando o caso ganhou notoriedade pública. A investigação incluiu a ausência de algumas imagens no hotel e questões levantadas pela família e amigos.

Conclusões oficiais e próximos passos

Fortes esforços técnicos e científicos foram envidados para esclarecer os factos. As autoridades reiteram que o objetivo é contribuir para a justiça, com base nos elementos recolhidos até ao momento. Uma equipa da PJ portuguesa e do Instituto de Medicina Legal chegou a Maputo para colaborar na investigação.

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