Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pagamentos em atraso sobem para 332,3 milhões de euros no ano passado

Entidades públicas registam 332,3 milhões de euros em pagamentos em atraso em 2025, alta anual de 37,4 milhões e queda mensal de 394,7 milhões

Pagamentos em atraso sobem para 332,3 ME no ano passado
0:00
Carregando...
0:00
  • No final de dezembro de 2025, os pagamentos em atraso das entidades públicas chegaram a 332,3 milhões de euros, com um aumento de 37,4 milhões face ao ano anterior.
  • Em relação ao mês anterior, houve uma descida de 394,7 milhões de euros.
  • A variação homóloga deve-se ao aumento na área da saúde (47,3 milhões) e nas Entidades Públicas Reclassificadas (18 milhões).
  • Por outro lado, houve um recuo na Administração Regional (-30,6 milhões).
  • A variação mensal esteve concentrada em todos os subsetores, com destaque para a área da saúde (-374,3 milhões), devido a entradas de capital de 600 milhões de euros e reforços dos Contratos-Programa de 206 milhões nas unidades de saúde EPE para regularização de dívidas a fornecedores.

Em dezembro de 2025, os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 332,3 milhões de euros, um aumento de 37,4 milhões face ao mesmo mês do ano anterior. A síntese de execução orçamental explica o crescimento pela evolução verificada na área da saúde e nas Entidades Públicas Reclassificadas.

A comparação com o mês anterior aponta uma descida de 394,7 milhões de euros. Este resultado mensal está ligado à regularização de dívidas e a entradas de capital efetuadas no mês de dezembro.

Segundo a Entidade Orçamental, o aumento homólogo deve-se sobretudo à área da saúde (47,3 milhões) e às Entidades Públicas Reclassificadas (18 milhões). A Administração Regional registou, por sua vez, um recuo de 30,6 milhões.

Variação mensal e contributos setoriais

Na comparação mês a mês, a variação refletiu quedas em vários setores, com destaque para a área da saúde, que registou uma redução de 374,3 milhões de euros.

Estas alterações devem-se a entradas de capital de 600 milhões de euros e a reforços de 206 milhões de euros nos Contratos-Programa das unidades de saúde EPE, usados na regularização de dívidas a fornecedores.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais