- Morreu o cineasta João Canijo aos 68 anos na sua residência em Vila Viçosa.
- Natural do Porto, é considerado um dos nomes mais influentes do cinema português contemporâneo.
- Em 2023 venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim com Mal Viver e foi homenageado no Cineuropa.
- Na altura da morte, encontrava-se a trabalhar na pós‑produção de dois filmes, Encenação e As Ucranianas; Encenação contou com Rita Blanco, Anabela Moreira, Beatriz Batarda e Miguel Guilherme.
- A carreira começou nos anos oitenta como assistente de realização, com estreia em Três Menos Eu (1988), seguiu‑se Filha da Mãe (1990) e Alentejo Sem Lei (1991).
João Canijo, realizador português, morreu esta quinta-feira, aos 68 anos, na sua residência em Vila Viçosa. A notícia foi confirmada pela família e pela equipa que acompanhava o cineasta.
Considerado um dos nomes mais influentes da cinematografia nacional contemporânea, Canijo recebeu reconhecimento internacional. Em 2023 ganhou o Urso de Prata — Prémio do Júri — no Festival de Berlim com Mal Viver, e foi homenageado no Cineuropa, em Santiago de Compostela.
Segundo a RTP, o cineasta encontrava-se a trabalhar na pós-produção de dois filmes, Encenação e As Ucranianas. Encenação conta com colaborados habituais, como Rita Blanco, Anabela Moreira, Beatriz Batarda e Miguel Guilherme.
Início de carreira e obras marcantes
Nascido no Porto, Canijo iniciou a carreira nos anos 1980 como assistente de realização, trabalhando com nomes como Manoel de Oliveira, Paulo Rocha e Wim Wenders. Debutou-se em longas com Três Menos Eu (1988).
Prosseguiu com Filha da Mãe (1990) e com a série televisiva Alentejo Sem Lei (1991), cimentando um percurso centrado em métodos de preparação rigorosos com os intérpretes.
Entre na conversa da comunidade