- Mais de duzentas pessoas participaram numa vigília silenciosa diante do quartel dos Bombeiros Voluntários de Sever do Vouga, com cerca de setenta operacionais presentes, para apoiar o corpo ativo e contestar a direção da Associação Humanitária.
- A principal reivindicação foi a demissão da atual Direção, acusada de falhas no apoio à corporação e nas condições dadas aos bombeiros para cumprir a sua missão.
- Os participantes destacaram que o movimento não teve carácter partidário, sendo um gesto cívico de solidariedade para com quem protege pessoas e bens no concelho.
- As críticas centraram-se na falta de diálogo entre direção e bombeiros, más condições de trabalho, manutenção das viaturas, carência de equipamentos e ausência de comunicação com os sócios.
- Muitos defendem que apenas uma nova equipa dirigente poderá reconquistar a confiança da população e dos bombeiros, e disseram que a autarquia ficou ausente no conflito; a vigília terminou sem incidentes.
Mais de 200 pessoas participaram numa vigília silenciosa diante do quartel dos Bombeiros Voluntários de Sever do Vouga. A ação visou apoiar o corpo ativo e contestar a atual Direção da Associação Humanitária.
A concentração juntou população e bombeiros, com a presença de cerca de 70 operacionais. A principal reivindicação é a demissão da Direção, acusada de falhas no apoio à corporação e às condições de exercício da sua missão.
A organização foi descrita como cívica e sem cariz partidário, focada na proteção de pessoas e bens no concelho. Muitos participantes salientaram falta de diálogo, condições de trabalho, manutenção de viaturas e falta de comunicação com os associados.
Demandas e críticas principais
Entre as críticas estão a ausência de reuniões regulares com os associados e a alegada ausência de resposta a problemas estruturais. A proximidade entre bombeiros e comunidade foi destacada pela representatividade presente.
Vários presentes consideraram que a dimensão da participação demonstra gravidade da situação interna. Aposta na substituição da direção é defendida por muitos como caminho para restabelecer a confiança.
Questionada sobre diálogo, a maioria dos manifestantes admitiu que deveria existir, mas responsabiliza a atual Direção pela falta de abertura ao entendimento. A solução apontada passa pela entrada de uma nova equipa dirigente.
Alguns participantes lamentaram a ausência de envolvimento da autarquia no conflito, defendendo maior atenção institucional à situação da corporação, enquanto cidadãos do concelho.
A vigília decorreu de forma silenciosa e ordeira, terminando sem incidentes. A Direção da Associação não esteve presente, e a comunicação social não conseguiu obter uma reação no local.
Fotos: Miguel Figueiredo
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