- O Grupo Parlamentar do JPP repudiou a situação de exaustão e o trato desrespeitoso aos enfermeiros do Serviço de Urgência do SESARAM.
- Alfredo Gouveia afirmou que muitos enfermeiros apresentaram declarações de escusa de responsabilidade para proteção dos pacientes, devido à falta de recursos, cansaço extremo e excesso de horas extra por pagar.
- O deputado descreveu a situação como lamentável e disse que reflecte um Serviço de Saúde sem planeamento, com gestão inadequada e impacto na qualidade dos cuidados.
- O SESARAM continua a submeter médicos, enfermeiros e auxiliares a trabalho suplementar há três anos sem pagamento.
- O JPP pede intervenção do Governo, quitação de dívidas, abertura de concursos para preencher falta de profissionais e valorização das carreiras da saúde.
O Grupo Parlamentar do JPP repudiou a situação de exaustão e o destrato que o Serviço de Saúde da Região (SESARAM) tem vindo a impor aos enfermeiros do Serviço de Urgência. O texto expressa profunda solidariedade para com estes profissionais de saúde.
Segundo o JPP, um conjunto alargado de enfermeiros tem apresentado declarações de escusa de responsabilidade para proteção própria e dos doentes, devido à falta de condições, recursos humanos escassos e cansaço extremo por horas extra constantes.
O deputado Alfredo Gouveia descreveu a situação como lamentável, afirmando que revela um Serviço de Saúde sem planeamento, desorganizado e com gestão considerada incompetente, com impacto na qualidade dos cuidados.
Gouveia mencionou ainda que, para além da exaustão, médicos, enfermeiros e auxiliares sofrem trabalho suplementar por pagar há três anos, denunciando uma gestão que não honra os compromissos laborais.
O parlamentar destacou a necessidade de o Governo agir, pagar o que deve, abrir concursos para colmatar a falta de profissionais e valorizar as carreiras de saúde, chamando à responsabilidade o executivo do CDS/PSD.
O JPP reforça que a situação exige uma resposta governamental séria para melhorar as condições de trabalho e a qualidade dos serviços, assegurando respeito pela competência dos profissionais.
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