- Às 18h00, a circulação ferroviária ficou condicionada em várias linhas nacionais, com suspensões em trechos selecionados devido a falhas na rede elétrica e queda de árvores.
- As linhas afetadas são: Linha do Norte entre Fátima e Coimbra-B; Linha do Douro entre Régua e Pocinho; Linha da Beira Baixa entre Ródão e Castelo Novo; Ramal de Alfarelos entre Alfarelos e Figueira da Foz; Linha do Oeste entre Mafra e Amieira.
- A Infraestruturas de Portugal explica que os danos na catenária e as obstruções na infraestrutura foram provocados pelas condições meteorológicas adversas da última madrugada.
- Equipas técnicas estão a trabalhar no terreno para repor as condições de segurança e restabelecer a circulação com a maior brevidade possível.
- O temporário impacto ocorre num contexto de destruição causada pela depressão Kristin, que levou a mortes, ferimentos e cortes de serviços em várias regiões, com o Governo a declarar situação de calamidade para cerca de sessenta municípios até 1 de fevereiro.
A circulação ferroviária encontrava-se, às 18h00 desta sexta-feira, condicionada em várias linhas da rede nacional. A suspensão acontece devido a falhas na rede elétrica e à queda de árvores, provocadas pelas condições meteorológicas adversas da última madrugada.
Segundo a Infraestruturas de Portugal (IP), estavam interrompidos os serviços na Linha do Norte entre Fátima e Coimbra-B, na Linha do Douro entre Régua e Pocinho, na Linha da Beira Baixa entre Ródão e Castelo Novo, no Ramal de Alfarelos entre Alfarelos e Figueira da Foz e na Linha do Oeste entre Mafra e Amieira.
A IP indica que as equipas técnicas já trabalham no terreno para repor a segurança e restabelecer a circulação com a maior brevidade possível. A previsão de normalização grave de momento depende das condições meteorológicas e da avaliação operacional.
A depressão Kristin, que atravessou Portugal continental na quarta-feira, deixou vários estragos. Pelo menos cinco mortos, dezenas de feridos e desalojados foram registados pela Proteção Civil. Continam os impactos em várias regiões, com quedas de árvores, estradas cortadas e serviços essenciais afetados.
Em Leiria, Coimbra e Santarém registaram-se os maiores danos, com encerramento de escolas e cortes de energia, água e comunicações. O Governo declarou situação de calamidade para cerca de 60 municípios entre a madrugada de quarta-feira e 1 de fevereiro.
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