- O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) pediu aos dadores das áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Coimbra que reforcem as dádivas para apoiar as vítimas de ferimentos na sequência da passagem da depressão Kristin, devido às dificuldades de deslocação.
- As dádivas devem ser centralizadas nos Centros de Sangue de Lisboa, Porto e Coimbra ou nos serviços hospitalares com capacidade de recolha.
- A tempestade deixou mortos e feridos: pelo menos cinco mortes confirmadas e várias vítimas de trauma; uma outra vítima mortal foi registada em Marinha Grande.
- Foram observados danos materiais como quedas de árvores e estruturas, interrupção de transportes (incluindo linhas ferroviárias), encerramento de escolas e cortes de energia, água e comunicações.
- O Governo decretou situação de calamidade entre as 00h00 de quarta-feira e as 23h59 de 1 de fevereiro para cerca de sessenta municípios, com potencial aumento do universo municipal.
O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) pediu esta sexta-feira aos dadores das áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Coimbra que reforcem as dádivas para apoiar as vítimas de ferimentos na sequência da depressão Kristin. O apelo surge devido às dificuldades de deslocação provocadas pelo mau tempo.
Segundo o IPST, as doações devem ser centralizadas nos Centros de Sangue de Lisboa, Porto e Coimbra ou nos serviços hospitalares com capacidade de recolha. A equipa lembra ainda que as vítimas não são apenas mortais, mas também feridas, requerendo resposta rápida.
O mau tempo causado pela depressão Kristin provocou estragos em várias infraestruturas, em especial rodoviárias, dificultando deslocações e evacuações. O tempo deixou várias áreas sem acesso a serviços básicos.
Leiria, Coimbra e Santarém registam os maiores estragos, com quedas de árvores, estradas cortadas e interrupções de energia. Em alguns locais, escolas encerradas e vários estabelecimentos devem manter-se fechados.
O Governo decretou situação de calamidade entre as 00h de quarta-feira e as 23h59 de 1 de fevereiro, para cerca de 60 municípios, com possibilidade de atualização conforme a evolução da situação. Autoridades mantêm vigilância e avaliação contínua.
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