- António José Seguro disse, em entrevista na rádio da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia, que, em princípio, seria contra o descongelamento das propinas, mas precisa de ver o decreto antes de promulgar ou veto.
- O candidato afirmou que o ensino superior deve ser tendencialmente gratuito, conforme a sua leitura da Constituição.
- Reforçou que a posição depende do decreto que possivelmente lhe chegasse ao Palácio de Belém, caso vença as eleições.
- Afirmou que o desbloquear do preço das propinas, mesmo no primeiro ano, poderia facilitar aumentos futuros significativos e dificultar o acesso de jovens ao ensino superior.
- Disse que há outras prioridades que devem ser alvo de mexidas, em vez do descongelamento das propinas.
António José Seguro, candidato presidencial, afirmou hoje que, em princípio, é contra o descongelamento das propinas. No entanto, ressalvou que só poderá decidir depois de analisar o decreto que lhe chegaria para promulgar ou vetar, caso seja eleito.
A afirmação foi feita numa pequena entrevista na rádio da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Seguro afirmou que o ensino superior deve ser tendencialmente gratuito, conforme a visão defendida pela Constituição.
Papel e condicionantes do Presidente
Para o candidato, mesmo em início de mandato, o desbloquear do preço das propinas poderia abrir a porta a aumentos significativos, criando dificuldades de acesso ao ensino superior. Afirmou que existem outras prioridades a entrar no debate orçamental.
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