- No fim do ano passado, mais de um terço dos imóveis geridos pela Segurança Social estavam sem contrato de arrendamento activo.
- A instituição contabiliza 854 imóveis devolutos no seu património imobiliário.
- Há mais de 33 milhões de euros em rendas por cobrar às entidades públicas que ocupam edifícios da Segurança Social.
- O montante representa rendas devidas por entidades que permanecem nas propriedades do instituto.
Mais de um terço dos imóveis geridos pela Segurança Social estavam, no final do ano passado, sem contrato de arrendamento activo. Os dados indicam uma vacância significativa no património imobiliário sob gestão pública.
O instituto contabilizou 854 imóveis classificados como devolutos e sem ocupação formal. Paralelamente, havia mais de 33 milhões de euros em rendas por cobrar às entidades públicas que ocupam edifícios da Segurança Social.
As rendas devidas referem-se a contratos de ocupação existentes entre a Segurança Social e entidades públicas, que não estavam a nascer no regime de arrendamento ativo. A situação destacada envolve imóveis que permanecem devolutos.
As informações foram divulgadas pelo público jornal, com dados retirados de fontes oficiais do sector. A administração afirma que está a analisar opções para melhorar a gestão do património e reduzir perdas associadas a imóveis ociosos.
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