- Mais de metade das frações arrendadas pela Segurança Social, excluindo habitação social, têm rendas inferiores a 250 euros por mês.
- A receita média mensal das 267 frações em regime de renda livre é de 601 euros, com a maioria das rendas abaixo de 250 euros.
- A auditoria identificou 36,4 milhões de euros de dívidas pela ocupação de centenas de frações, sendo 33,7 milhões de euros de entidades públicas e 2,7 milhões de euros de rendas de regime livre e habitação social.
- A dívida das entidades públicas, referente a 31 de dezembro de 2024, incidia sobre 125 frações do património da Segurança Social, sobretudo pelo Ministério da Saúde.
- A Inspeção Geral de Finanças aponta centenas de frações devolutas, mas o IGFSS diz que apenas 18 casas estão vazias entre as 854 consideradas, estando 836 imóveis desadequados para habitação (unidades industriais, terrenos ou arrecadações).
Mais de metade das casas geridas pela Segurança Social, excluindo habitação social, estão arrendadas por menos de 250 euros mensais. A conclusão é de uma auditoria do IGFSS, que avaliou a gestão imobiliária entre 2021 e 2024.
A auditoria indicou que a receita média mensal das 267 frações em regime de renda livre é de 601 euros, com mais de metade a registar rendas inferiores a 250 euros. O relatório recomenda alinhamento com valores de mercado.
Foram detetados 33,7 milhões de euros de dívidas acumuladas pela ocupação de centenas de frações, sendo 19 entidades públicas responsáveis pela maior parte, sobretudo o Ministério da Saúde. Rendas em dívida somam ainda 2,7 milhões de euros.
Quanto às frações, o IGFSS aponta 854 unidades no total; a instituição esclarece que apenas 18 estão vazias, enquanto 836 imóveis são considerados não habitáveis, por o uso ser industrial, rural ou de arrecadação.
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