- Realizou-se no Salão Nobre da Câmara de Castelo Branco uma reunião entre presidentes das Juntas e Uniões de Freguesia para avaliar ocorrências, mapear necessidades e definir prioridades de intervenção após a Depressão Kristin.
- Foram partilhadas perspetivas por freguesia sobre impactos em infraestruturas, vias, equipamentos públicos e espaços comuns, permitindo conhecer a situação no terreno.
- Principais danos mencionados incluem quedas de árvores e ramos, quedas de muros e placas, deslocação de telhas, danos em fachadas, escolas e equipamentos municipais, bem como problemas de iluminação e rede elétrica.
- Equipas municipais, com apoio de serviços municipais, bombeiros e autoridades de proteção civil, atuam em sinalização, isolamento de zonas, remoção de obstáculos, avaliação de danos e reposição de condições de segurança.
- Embora os estragos sejam significativos, não houve desalojados nem mortes, e o município compromete-se a manter proximidade com as freguesias e a mobilizar meios para a recuperação.
O Salão Nobre da Câmara de Castelo Branco acolheu uma reunião com os presidentes das Juntas e Uniões de Freguesia do concelho. O objetivo foi fazer o ponto de situação das ocorrências registadas, levantar as necessidades e definir prioridades de intervenção, na sequência da Depressão Kristin.
Foram partilhadas informações sobre impactos por freguesia, com foco em infraestruturas, vias de comunicação, equipamentos públicos e espaços comuns. A reunião permitiu avaliar a realidade no terreno de forma mais próxima.
Entre os problemas reportados constam cortes de vias rodoviárias devido à queda de árvores, quedas de ramos, muros e sinais de trânsito, deslocação de telhas, danos em fachadas e em edifícios públicos, bem como estragos em escolas, parques e mobiliário urbano.
Intervenções em curso
As equipas municipais, em coordenação com os Serviços Municipalizados, Bombeiros e força de segurança, atuam no terreno desde o início. Sinalizam e isolation zonas afetadas, removem obstáculos e avaliam danos, com foco na reposição de condições de segurança e circulação.
As ações visam uma resposta progressiva, conforme o risco e a prioridade de cada área. A proteção civil acompanha a evolução da situação com monitorização constante, segundo a Câmara de Castelo Branco.
Apesar dos danos significativos, não há registos de famílias desalojadas nem de mortes no concelho, devido à Depressão Kristin. O Município mantém o compromisso de proximidade com freguesias e população, assegurando acompanhamento contínuo e mobilização de meios.
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