- Morreu o cineasta português João Canijo aos 68 anos, vítima de um ataque cardíaco fulminante.
- A sua obra inclui Noite Escura (2004), Sangue do Meu Sangue (2011) e Mal Viver, premiado com o Urso de Prata, Prémio do Júri, no Festival de Berlim, em 2023.
- Em Berlim, Canijo agradeceu à equipa de produção e às mulheres que participaram no filme, destacando a diretora de fotografia Leonor Teles.
- Pedro Adão Silva, antigo ministro da Cultura, partilhou em direto na CNN Portugal que o cinema português é uma produção de grande reconhecimento internacional, com Canijo entre os cineastas de relevo.
- Canijo nasceu no Porto, estudou História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto entre 1978 e 1980, e trabalhou como assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner e Werner Schroeter.
João Canijo morreu hoje, aos 68 anos, vítima de um ataque cardíaco fulminante. A notícia confirmou-se junto da família e da comunidade do cinema em Portugal.
O cineasta apoiou uma obra marcada por títulos como Noite Escura (2004), Sangue do Meu Sangue (2011) e Mal Viver, vencedora do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2023.
Mal Viver foi reconhecida pela sua linguagem cinematográfica e pela participação feminina na equipa, com a diretora de fotografia Leonor Teles destacada entre os créditos do filme.
O discurso de aceitação do Urso de Prata destacou a equipa de produção e distribuição, bem como o elenco, acrescentando que muitas das protagonistas eram mulheres que deram a vida ao filme.
Pedro Adão Silva, antigo ministro da Cultura, afirmou à CNN Portugal que o cinema português é uma referência internacional e que João Canijo era um dos seus expoentes pela forma de representar mulheres no cinema.
Natural do Porto, Canijo frequentou História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto entre 1978 e 1980, antes de se dedicar ao cinema. Iniciou a carreira como assistente de realização de grandes nomes.
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