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Mau tempo obriga doentes em oxigenoterapia no Médio Tejo a recorrer a hospitais com falha de energia

Doentes em oxigenoterapia do Médio Tejo devem dirigir-se aos hospitais em caso de falha de energia para manter o tratamento de oxigénio

ULS Médio Tejo cria modelo preditivo para responder a fenómenos climáticos extremos
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  • A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo pediu aos utentes em oxigenoterapia que se dirijam aos hospitais em caso de falha de energia, assegurando que as três unidades funcionam normalmente após a tempestade Kristin.
  • Utentes com ventilação a oxigénio devem procurar um hospital para recarregar equipamentos ou obter oxigénio; se não houver contacto com a fornecedora, podem deslocar-se aos hospitais de Abrantes, Tomar ou Torres Novas.
  • Casimiro Ramos afirmou que as três unidades estão a funcionar normalmente, embora tenha havido falhas pontuais em eletricidade, sistemas e comunicações; atendimentos em cuidados de saúde primários continuam, mas algumas consultas programadas foram adiadas.
  • Podem ocorrer constrangimentos pontuais ou encerramento temporário de extensões de saúde devido a problemas de comunicações, sistemas informáticos, energia ou água; a extensão de Cem Soldos, em Tomar, deve dirigir-se à Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Tomar.
  • Centros de saúde de Abrantes, Torres Novas e Tomar funcionam em horário alargado até às 22:00; o governo prevê decretar calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade Kristin.

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo pediu hoje aos doentes em oxigenoterapia que se dirijam aos hospitais em caso de falha de energia, após a tempestade Kristin ter deixado ocorrências pontuais. Os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas mantêm funcionamento normal, segundo a instituição.

A ULS explica que os utentes com mecanismos de ventilação com oxigénio devem aceder aos serviços de reabastecimento ou recarregar equipamentos na receção, para garantirem a continuidade do tratamento. Em caso de interrupção elétrica, os doentes domiciliários podem recorrer aos três hospitais para assegurar os cuidados respiratórios.

Medidas de contingência

Em comunicado, a ULS assegura que as unidades estão preparadas para apoiar quem precise de carregar equipamentos ou de botijas de oxigénio, mantendo a segurança clínica. Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração, informou que as três unidades funcionam normalmente, com algumas falhas pontuais em eletricidade, sistemas e comunicações.

Disse ainda que, apesar de a rede de cuidados de saúde primários enfrentar dificuldades de acesso a alguns sistemas, os atendimentos nos centros de saúde permanecem ativos. As consultas programadas podem ser adiadas para permitir registos manuais e a respetiva transcrição para o sistema.

A instituição alerta para eventuais constrangimentos temporários ou encerramentos de extensões de saúde devido a problemas de comunicações, sistemas informáticos e ao fornecimento intermitente de energia e água. Um exemplo é a extensão de Cem Soldos, em Tomar, cuja população deve dirigir-se à Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Tomar.

Casimiro Ramos pediu compreensão à população face à situação excecional causada pela tempestade Kristin. O dirigente reiterou que a prioridade é manter o acesso a cuidados, especialmente para quem depende de oxigénio.

A ULS assegura que os hospitais não enfrentaram quebras de eletricidade ou água nem necessidade de geradores. Também pediu o uso responsável dos serviços de urgência, reservando-os para situações graves ou de emergência.

No âmbito do plano de contingência, os centros de saúde de Abrantes, Torres Novas e Tomar mantêm horário alargado até às 22:00. A passagem da depressão Kristin causou mortos, feridos, desalojados e estragos significativos em várias regiões.

De acordo com o balanço, Leiria, Coimbra e Santarém registaram os maiores danos. O Governo deve decretar situação de calamidade nas zonas mais afetadas.

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