- O cão comunitário Orelha, da Praia Brava, Florianópolis, morreu a 4 de janeiro após ser espancado e torturado; a eutanásia foi necessária na clínica devido à gravidade dos ferimentos.
- A Polícia Civil identificou pelo menos quatro adolescentes suspeitos, com base em imagens de videovigilância e relatos de moradores; o mesmo grupo terá tentado afogar outro cão, Caramelo.
- Três adultos — pais e tios de um dos jovens — são suspeitos de coação contra uma testemunha, o caso está a ser investigado.
- O crime gerou protestos no Brasil e no estrangeiro; figuras públicas nacionais reagiram, como Daniela Melchior, Pedro Chagas Freitas e Pedro Carvalho, com a campanha #justicapororelha, e houve pressão internacional associada ao tema.
- Empresas ligadas às famílias dos suspeitos distanciaram-se da polémica, enquanto o debate ganhou notoriedade internacional e entre várias celebridades.
O caso que tem mobilizado o Brasil envolve Orelha, um cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina. O animal foi espancado por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro, numa violência que resultou na sua morte.
A Polícia Civil identificou os suspeitos com base em imagens de câmaras e relatos de moradores. Orelha foi encontrado, ainda com vida, no dia seguinte, levado a uma clínica veterinária, onde ocorreu a eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Segundo as autoridades, o mesmo grupo tentou afogar Caramelo, outro cão da mesma região que convivia com Orelha. O caso está a ser investigado, e três adultos — pais e tios de um dos jovens — são suspeitos de coação contra uma testemunha.
Investigação em curso
A investigação continua a apurar responsabilidades e possíveis ligações com outras agressões. O caso desencadeou uma onda de protestos no Brasil e no exterior, com forte cobertura em redes sociais.
Reações públicas e impactos
Figuras públicas nacionais juntaram-se ao movimento #justicapororelha, incluindo Daniela Melchior, Pedro Chagas Freitas e Pedro Carvalho. O tema ganhou eco internacional, com discussões sobre proteção animal e justiça.
Empresas e posicionamentos
Algumas empresas associadas às famílias dos suspeitos expressaram repúdio à situação, distanciando-se do caso. As autoridades reiteram que a prioridade é esclarecer os factos e responsabilizar os agentes envolvidos.
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