- Restos mortais do último refém em Gaza foram recuperados; o cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos entra na segunda fase, desde 10 de outubro.
- Israel aceita reabrir parcialmente a passagem de Rafah para o Egito, condicionando-a à localização do corpo do soldado Ran Gvili.
- Ataques israelitas provocam onze mortos, incluindo três jornalistas; as forças de defesa dizem ter detetado drones como ameaça.
- Trump lança o “Conselho de Paz” para Gaza, gerando dúvidas sobre o seu poder real; a União Europeia mantém cautela sobre o papel do órgão.
- Organizações humanitárias alertam para condições de risco em Gaza devido à escassez de combustível, com o inverno a aproximar-se e uso de medidas de apoio e comunicação de crise.
O conflito em Gaza permanece marcado por escaladas militares, quedas de combustível e negociações internacionais. O cessar-fogo mediado pelos EUA entrou em vigor a 10 de outubro, com sinais de passagem para a segunda fase, ainda sem implementação completa. Organizações humanitárias alertam para riscos graves no território.
Israel afirma ter recuperado o corpo de um refém, numa ofensiva em Gaza, enquanto o Hamas continua sob monitorização de mediadores internacionais. A comunidade internacional acompanha as negociações para desbloquear a segunda fase da trégua e facilitar a passagem de Gaza ao Egito.
Há relatos de ataques aéreos em Gaza que deixaram mortos, incluindo formações civis, num contexto de operações contra potenciais ameaças de drones. O Alto Comando israelita justificou ataques com detecção de atividades que colocavam tropas em risco.
Conselho de Paz de Trump
Fugas de informação sugerem que o chamado Conselho de Paz pretende operar a nível mundial, com controvérsia jurídica sobre o seu alcance. Especialistas apontam limitações no poder deste organismo frente à ONU.
Condições humanitárias e passagem de Rafah
A abertura parcial da passagem de Rafah para pedestres foi acordada sob condição de avanços no registo de soldados perdidos. Organizações humanitárias descrevem condições de vida precárias em Khan Younis, com famílias a recorrer ao aquecimento por fogo aberto.
Repercussões políticas e diplomáticas
Líderes europeus discutem o impacto do Conselho de Paz na diplomacia regional. Alguns questionam se o órgão pode substituir entidades internacionais. Nomes de membros do governo Gaza sob supervisão do Conselho de Paz foram tornados públicos pela Casa Branca.
Contexto de segurança
Durante a última rodada de hostilidades, militares israelitas afirmam ter neutralizado alvos considerados ameaça, com a resposta a ataques de grupos armados. A violência persiste à medida que mediadores tentam confirmar a adesão de todas as partes à trégua.
Perspetivas para 2026
A imprensa internacional acompanha a evolução da primeira fase do cessar-fogo, que envolveu a libertação de centenas de prisioneiros palestinianos em troca de reféns, com perspetivas incertas para o futuro imediato.
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