- O espetáculo “Marcas (in)Visivéis” é o resultado final do projeto “Música com Energia on Tour > Castelo Branco”, desenvolvido pela Skoola em parceria com a Fundação EDP.
- Ao longo de quatro fins‑de‑semana, jovens, artistas e agentes culturais da região participaram num processo criativo com sessões online e presenciais, sendo a primeira vez que o projeto teve saída de Lisboa.
- Castelo Branco serviu de mote para que outras localidades recebam a iniciativa, levando o processo criativo para além da capital.
- Abel Arez, diretor artístico, falou do processo criativo e do caminho até ao resultado final durante o programa Super Manhãs, conduzido por Ricardo Pires Coelho.
- A apresentação acontece no domingo, 1 de fevereiro, às 16h, no Auditório do Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, com entrada gratuita.
O espetáculo Marcas (in)Visivéis resulta do projeto Música com Energia on Tour > Castelo Branco, promovido pela Skoola em parceria com a Fundação EDP. Ao longo de quatro fins de semana, jovens, artistas e agentes culturais da região participaram num processo criativo com sessões online e presenciais. Foi a primeira vez que a iniciativa saiu de Lisboa, com Castelo Branco a servir de mote para futuras paragens.
As propostas do projeto centram-se em perguntas sobre cuidado coletivo num mundo cada vez mais autocentrado e sobre as marcas invisíveis da falta de empatia. O espetáculo assume uma apresentação única, concebida a partir da participação ativa de criadores locais. O diretor artístico Abel Arez esteve presente numa entrevista no programa Super Manhãs, onde descreveu o processo criativo que conduziu ao resultado final, orientado pelos participantes.
Marcas (in)Visivéis vai ser apresentado no domingo, 1 de fevereiro, às 16h, no Auditório do Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco. A entrada é gratuita.
Espetáculo e contexto
O projeto visa explorar as dinâmicas da praça pública, onde a fala é partilhada entre quem grita e quem ouve, tentando identificar as marcas deixadas pela empatia ausente. A produção junta artistas locais e agentes culturais, ampliando o alcance da iniciativa para outras regiões do país.
A apresentação única em Castelo Branco marca a passagem da tournée a outras localidades, mantendo o foco em criação colaborativa e participação comunitária. A organização mantém o objetivo de manter o acesso aberto a toda a comunidade, sem custos de entrada.
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