- Pardusco Private 2022, de Anselmo Mendes, é um tinto dos Vinhos Verdes feito exclusivamente a partir de Alvarelhão (Brancelho), com produção de 5.000 garrafas.
- Vindima manual em caixas pequenas, uvas inteiras desengaçadas, prensadas, seguido de vinificação em aço inox e envelhecimento em barricas usadas de 400 litros.
- Vinho de cor aberta, aromático e intenso, com frutos vermelhos, notas silvestres e ligeiro toque fumado; acidez marcada e final longo.
- Corpo ligeiro, considerado virtude, o Pardusco Private 2022 é descrito como balsâmico e contemporâneo, com visão no passado e boa vocação gastronómica.
- Produzido na Quinta Rabo do Cuco, em Monção, com sete hectares de castas tintas, contribuindo para o estudo do potencial enológico das castas tintas do passado na região.
O Pardusco Private 2022, criado por Anselmo Mendes, é um tinto dos Vinhos Verdes que se apresenta balsâmico, contemporâneo e ao mesmo tempo profundo na sua leveza. O vinho destaca-se pela elegância e pela capacidade de abrir a mesa a quem aprecia vinhos com mente aberta.
Trata-se de uma referência para especialistas e um caso de interesse para os apreciadores que querem entender a diversidade do território minhoto. Embora pertença aos Vinhos Verdes, não é um tinto agressivo nem carregado de adjetivos fortes; mostra-se diferente de muitos tintos de outras regiões.
O Pardusco Private 2022 é feito exclusivamente a partir da casta Alvarelhão, conhecida localmente como Brancelho. A vindima decorreu com cuidados redobrados: manual, em caixas pequenas, com transporte rápido para a adega, onde as uvas inteiras foram desengaçadas e gentilmente prensadas.
Após vinificação em inox, o vinho estagiou em barricas usadas de 400 litros. O resultado é um tinto de cor clara, aroma intenso a frutos vermelhos, notas de bosque e um toque fumado muito ténue. A acidez marcada define o estilo, com um final longo e sedoso.
Em boca, o Pardusco Private 2022 destaca-se pela vivacidade da acidez e por um registo picante, equilibrando-se com um corpo leve. O estilo é balsâmico e contemporâneo, mantendo ainda uma ligação ao passado da região. O conjunto faz deste vinho uma opção gastronómica promissora.
Este projeto nasce na Quinta Rabo do Cuco, em Monção, onde o productor tem 7 hectares exclusivamente de castas tintas. Além do Alvarelhão, ali se cultivam outras uvas históricas, como Pedral e Verdelho Feijão, contribuindo para o estudo e o potencial enológico das castas tintas do passado.
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