- A depressão Kristin atravessou Portugal continental durante a madrugada e manhã, deixando milhares de casas sem eletricidade e falhas generalizadas nas comunicações.
- Pelas seis da manhã, quase um milhão ficou sem energia elétrica e, ao início da tarde, a E-Redes ainda registava 529 mil clientes sem luz, com o distrito de Leiria a concentrar a maioria dos casos.
- A empresa explicou que o vento forte e a chuva causaram danos significativos na infraestrutura de distribuição, dificultando as operações durante a madrugada, mas as ações de reposição retomaram com a melhoria do tempo.
- Cerca de 1.200 técnicos estiveram mobilizados para atuar em avarias nas redes de alta, média e baixa tensão.
- A tempestade afetou as telecomunicações, deixando mais de 300 mil clientes sem serviço e provocando falhas na MEO, NOS, Vodafone e Nowo, especialmente nos distritos de Coimbra, Leiria, Santarém, Setúbal e Viseu.
A depressão Kristin atingiu Portugal continental durante a madrugada de quarta-feira, deixando um rasto de destruição com milhares de casas sem eletricidade e falhas generalizadas nas telecomunicações. A tempestade provocou derrubada de árvores e danos na infraestrutura de distribuição de energia e nos cabos de fibra ótica, afetando serviços essenciais.
Pelas seis da manhã, quase um milhão de pessoas ficaram sem energia. Ao meio da tarde, a E-Redes indicou que 529 mil clientes permaneciam sem luz, com o distrito de Leiria a concentrar mais da metade dos casos. A empresa explicou que o vento forte e a chuva causaram danos significativos na rede elétrica.
A melhoria das condições meteorológicas permitiu retomar as operações de reposição, com cerca de 1200 técnicos mobilizados para intervir em avarias de alta, média e baixa tensão. A rede foi significativamente afetada, levando a interrupções generalizadas.
Danos nas telecomunicações
A tempestade causou também falhas massivas nas telecomunicações, afetando mais de 300 mil clientes sem serviços de telefone, Internet ou televisão. A Anacom confirmou falhas por parte dos principais operadores MEO, NOS, Vodafone e Nowo, com maior impacto nos distritos de Coimbra, Castelo Branco, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu.
As operadoras apontam danos graves nas infraestruturas, incluindo cortes em linhas de fibra ótica, agravados pela falta de energia. A Vodafone referiu perturbações na Região Centro, enquanto a MEO assinalou dificuldades generalizadas, sobretudo em Leiria, Santarém, Pombal e Coimbra. Ambos ativaram planos de contingência e já mobilizam milhares de técnicos no terreno.
Fonte oficial da MEO indicou que a depressão Kristin provocou quebras em todos os serviços, com maior incidência na rede móvel devido à destruição de infraestruturas. A operadora confirmou a ativação do plano de atuação de crise para catástrofes naturais.
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