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Mau tempo no Algarve arrasta areia para casas e derruba árvores

Tempestade Kristin arrasta areia para casas e estradas no Algarve; mais de setenta ocorrências, estradas cortadas e acessos condicionados

Agitação marítima arrastou toneladas de areia até às casas e às estradas
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  • A depressão Kristin provocou danos no Algarve, com ventos de até 100 km/h e rajadas de 130 km/h nas zonas de serra; foram registadas mais de setenta ocorrências entre as 3h e as 7h.
  • Na praia de Faro, a agitação marítima arrastou areia até às casas e à estrada, causando algumas viaturas atoladas e acessos condicionados.
  • Em Faro, um restaurante na Cidade Velha ficou encerrado ao público, o Cemitério da Esperança foi fechado e a zona da Alameda foi interditada.
  • Em São João da Venda, entre Faro e Loulé, o telhado de chapa de uma casa foi arrancado e projetado para a berma da estrada.
  • Em Tavira, a subida do Rio Gilão provocou uma inundação, e as situações foram resolvidas a nível municipal, sem necessidade de reforços externos.

O Algarve foi afetado pela depressão Kristin, com ventos que chegaram aos 100 km/h e rajadas de até 130 km/h nas zonas de serra. O período de atuação ocorreu entre as 3h e as 7h, provocando várias ocorrências em quase todos os concelhos.

Em Faro, a agitação marítima arrastou areia para dentro de casas e estradas, bloqueando acessos. Um restaurante na Cidade Velha sofreu danos significativos e ficará encerrado ao público. O Cemitério da Esperança e a área da Alameda foram interditados.

Na região de São João da Venda, entre Faro e Loulé, um telhado de chapa foi arrancado de uma casa, projetando-se para a berma da estrada. Além disso, diversas árvores caíram devido ao vento, levando ao encerramento de alguns espaços.

O Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC) do Algarve informou que, até às 10h, estavam registadas mais de 70 ocorrências. Os incidentes incluíram quedas de árvores, estruturas amovíveis e estradas cortadas.

A subida do Rio Gilão, em Tavira, provocou uma inundação pontual em áreas ribeirinhas, segundo o CREPC. As situações foram consideradas sem grande relevo e resolvidas localmente pelas equipas de proteção civil municipais.

A operação foi gerida a nível municipal, sem necessidade de reforços externos. Não foram reportadas vítimas até ao momento, e as equipas locais mantêm vigilância para evitar novas ocorrências.

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